Viva! Já criámos as leis anti-praxe!

Percebi que queria estar na universidade para aprender a aprofundar a democracia e não para propagar métodos e ideologias fascistas.

Fui praxado em três universidades: Aveiro, Porto e Coimbra. E praxei uma vez, mas acabei por sabotar essa praxe porque uma “veterana” — superior hierárquica por ser mais burra (tinha reprovado várias vezes) — transformou a brincadeira inócua que tínhamos planeado numa parada proto-fascista. Nela, os caloiros não se podiam olhar nos olhos, quanto mais conversar. Incitei-os a rebelar-se e resultou. A praxe terminou ali…

(Ler artigo completo, no P3 do Público, aqui)

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5 Responses to Viva! Já criámos as leis anti-praxe!

  1. Luís Cohen says:

    Concordo consigo. Quando há dias assisti na TV à exibição de um documentário sobre a praxe, veio-me de imediato à memória Saló, ou os 120 dias de Sodoma, do Pasolini

  2. Podes dar exemplos de humilhações homofóbicas, por favor?!

  3. Pingback: Vigília na Lusófona pelo princípio do fim das praxes académicas | cinco dias

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