Manifesto pela manutenção dos CTT no Estado

A função social dos CTT – Correios de Portugal é reconhecida. Para muitos portugueses os CTT, para além dos serviços postais, funcionam como uma pequena entidade financeira de proximidade, onde têm acesso às suas pensões e reformas. Esta proximidade ficará em causa se a privatização for executada.
No lugar das antigas estações de correios, instalam-se já agências postais em lojas nas quais as regras mínimas não são sequer respeitadas: não é garantida a presença permanente das agências, a confidencialidade das operações não está assegurada. A submissão da presença postal às exigências de rentabilidade levará, inevitavelmente, a uma degradação ainda maior das condições da empresa, da sua presença territorial e da qualidade do serviço prestado.

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10 Responses to Manifesto pela manutenção dos CTT no Estado

  1. Nuno Cardoso da Silva says:

    Por isso tudo tenho defendido que a função dos correios devia ser assumida por uma empresa intermunicipal, com as juntas de freguesia a assumirem a responsabilidade do alojamento e gestão imediata das tarefas dos correios. O que seria muito melhor do que manter os Correios como empresa pública estatizada e centralizada. Mas compreendo que esta minha solução, de pendor libertário, não seja simpática a quem prefere o centralismo marxista-leninista…

    • De says:

      Nuno Silva tem todo o direito de pensar o que quiser.Até de vir para a rua com a bandeira do euro, seu entusiasta desde o início.
      A solução de pendor libertário estará mais de acordo com os seus ajustados conhecimentos económicos.É uma opção legítima.

      Mas agora esta de defender que a manutenção dos correios como empresa pública corresponde aos desejos do centralismo marxista-leninista é de cabo de esquadra.Ele que vá ver que tipo de “empresa” são os correios por esse mundo fora.

      Ainda o convidam para colega de Relvas.Ou vice-versa tanto faz

      • Nuno Cardoso da Silva says:

        Essa do Relvas é para me macular por associação com um tipo que eu não conheço? Muito marxista-leninista, de certo…

      • De says:

        Decerto que não.
        É apenas um atestado ao seu nível de argumentação.
        O resto segue depois

  2. tempos says:

    Melhor será, privatizar a Presidência da República, pode ser que assim, comece a dar lucro, em lugar de despesa…

  3. JgMenos says:

    Lá se vão mais uns tantos lugares governamentáveis…ainda bem!

    • De says:

      Errado.
      Os lugares governamentais servem para fazer passar os CTT públicos para os privados.
      Servem par aumentar os negócios privados dos amigos privados.Enquanto se delapida o bem público
      Pelo que Menos tem um duplo motivo para dizer “ainda bem”

      Há que fazer pagar quem enriquece à custa destas pulhices.Os que vivem das rendas.Os seus sicários

  4. Acidxfactory says:

    Não concordo. Desde que haja regulamentação do Estado. POLICIAMENTO mesmo! E haja concorrência. Os serviços podem e devem melhorar. Sempre tendo em conta a igualdade de oportunidades e social, nomeadamente no que diz respeito ás taxas a pagar por TODOS os cidadãos.

  5. Acidxfactory says:

    Antónimo, não sei se a sua resposta era para a “nossa” pessoa. Mas se foi, essa via nunca resultou pq a constituição Portuguesa nunca foi cumprida.
    A politica adoptada sempre foi a de maximização dos lucros em detrimento da igualdade de oportunidades e do bem estar social.

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