Faleceu Ricardo Machaqueiro

Ricardo Machaqueiro

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8 Responses to Faleceu Ricardo Machaqueiro

  1. Vítor Vieira says:

    Obrigado por tudo, Ricardo.

  2. De says:

    Um Homem Bom e um Amigo.

    Esperou até ao nascimento da neta…

  3. henriquemlgil says:

    Conheci o Ricardo em 1978/79. Depois disso apenas fortuitamente nos víamos e na última vez que o encontrei trocamos de novo números de telefone… “um dia combinamos um copo”. Fica a memória e um abraço às pessoas que lhe eram mais próximas.

  4. Desde 16 de Março de 1989 até sempre, querido amigo, podias ter ficado um pouco mais…

  5. maria says:

    Ricardo grande Homem e Bom Amigo!
    sempre disponivel! excelente converdador e “divulgador” de cultura, pois ele é um Homem de Cultura.
    O estudo que fez sobre a guerra civil espanhola é excelente (publicado na Revista Politika).
    A titulo pessoal, obrigada pelo meu gosto por leitura!! Quando dizia:”… a lerem Kundera?!… leiam Tolstoi!!!!”
    até um dia….

  6. Graça Aníbal says:

    Não conhecia o Ricardo e contudo a sua morte emociona-me como se o conhecesse. Estávamos a meio dos anos 1960 e fui com o meu marido (acabados de casar) a casa dos pais do Ricardo. A mãe era aluna do meu marido num curso nocturno (a aluna era mais velha que o prof e este tinha uma profunda admiração pela aluna). Jantar muito agradável com os dois meninos, Ricardo e irmã presentes. Ficou sempre em nós uma grata recordação. Houve um breve encontro anos mais tarde numa festa do 25 de abril em que soubemos que o Ricardo estava sozinho com a mãe e já não sei como soube mais tarde da morte da mãe. Sem o conhecer sempre o ” (re)conheci” e foi com dor que hoje tive esta notícia.

  7. Ia deixar aqui algumas palavras sobre o meu primo, mas o Paulo Granjo antecipou-se. O núcleo dos Machaqueiros a que o Ricardo pertencia tem sido fustigado por mortes que têm de duplamente injusto o serem prematuras e atingirem pessoas belas e boas. A do Ricardo não é só mais uma. É uma que dói demais para todos os que o conheceram e que sabem o quanto ele deu e o quanto tinha ainda para dar.

  8. Paulo Ramos says:

    Eu conheci o Ricardo nos idos de 1974, vivia ali para os lados do Hospital da Marinha, numa casa enorme e vazia: o pai, a irmã, a mãe, tinham desaparecido da vida dele a uma velocidade impressionante. Mas o Ricardo continuava forte! O Ricardo era então meu colega de Liceu, um ano mais velho e paternalista, no bom sentido, como não se pode imaginar. À distância, o Ricardo seria uma personagem digna de um romance do Gabriel García Marquez.
    Eu conheci o Ricardo anos depois e conversámos um bom bocado, sobre tudo e sobre nada. Eu voltei a conhecer o Ricardo às sextas-feiras, no elevador. Eu ia levar trabalho e ele estava a sair do trabalho. Numa das últimas destas rapidíssimas conversas de ascensor confidenciou-me que ia sair da distribuidora e pediu-me para eu não dizer nada lá em cima – como se eu tivesse a dizer alguma coisa sobre ele.
    A última vez que o conheci foi à porta do São Jorge, na estreia do «Ruínas», do Manel Mozos, e quando lhe perguntei como estava, respondeu-me: «Estou com uns problemas, com um cancro nos rins (ou na bexiga, já não me recordo)». Fiquei sem palavras, mas o Ricardo manteve aquele sorriso que sempre lhe conheci. É com esse sorriso e com o «Olha o Paulinho!» com que sempre me saudou que vou continuar a conhecer o Ricardo.
    Porque o Ricardo é um dos melhores gajos que eu alguma vez conheci.
    Hasta siempre, compañero!

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