Síria – «castiga-se» porque as armas foram químicas

Os donos do Ocidente desdobram-se em declarações sobre a intenção de «castigar» o governo sírio por ser o hipotético utilizador de armas químicas no país, sem que, aparentemente, se preocupem com o dia a dia de destruição e de morte com outras armas. Sejamos claros: trata-se apenas de um «castigo» – que é, aliás, o termo expressamente utilizado por alguns. Realidade que descrita por Ibra, sírio, 23 anos, que vive em Manbej, no norte do país, ganha outra força e se torna cristalinamente evidente:

«Sentimos que o mundo não se importa connosco. Centenas de pessoas são mortas diariamente e o mundo fica apenas a assistir. O nosso país está completamente destruído devido à guerra. Mas apesar de todas as dificuldades, lutaremos até ao fim pela nossa liberdade. (…) Os EUA e o mundo ocidental vão punir Assad porque ele usou armas químicas contra pessoas inocentes, incluindo crianças. Mas o que sentimos é que é permitido ele matar-nos com armas normais.»

(Daqui)

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30 Responses to Síria – «castiga-se» porque as armas foram químicas

  1. Pedro Pinto says:

    E é o Assad que mata? Ou são, fundamentalmente, os «rebeldes» armados, financiados e treinados pelos EUA, França, Israel, Turquia, Arábia Saudita? A agressão militar é a continuação por outros meios da ingerência que, já hoje, ali ocorre para derrubar o principal opositor da política norte-americana e israelita na região. Apenas e só por isso. Pena que certa «esquerda» vá em conversas das “primaveras árabes” e caia – outra vez – na ratoeira, como caíram na Jugoslávia, na Líbia e, agora, na Síria… Por cada obstáculo que os EUA derrubem somos nós todos que sofremos e pagamos. E depois não venham dizer novamente – quando as mentiras forem uma vez mais reveladas – que foram enganados…

  2. Miguel says:

    Os Estados Unidos da América não estão inscritos no tratado convencional das armas químicas. Por sua vez, a Síria está inscrita. As armas químicas foram vendidas pelos Estados Unidos da América aos rebeldes que estão a atacar a Síria, financiados pela Arábia Saudita e o Qatar. Também, grupos rebeldes estão a ser financiados por Israel que tem interesse no caos instalado na Síria.

    • Jo, o índio says:

      mentira. a síria não ratificou o tratado.

    • Jo, o índio says:

      outra mentira,

      quem dera a israel que o assad continuasse lá sossegado e nada disto se passasse.

      • E, já agora, (para que conste) Israel também ainda não ratificou…
        Assinou – em 1993 – mas vinte anos depois ainda não ratifiou.
        É o que diz a «Organisation for the Prohibition of Chemical Weapons»
        http://www.opcw.org/about-opcw/non-member-states/

      • imbondeiro says:

        Sim, sim… o “negócio” de Israel é mesmo o de gozar o “sossego” em grande paz e harmonia com os seus vizinhos, vizinhos esses que, aliás, muito preza, e que periodicamente, e com muito amor, presenteia com uns quantos bombardeamentos. Deve ser por ter em altíssima estima o “sossego” que os israelitas, desde o começo desta suposta revolta síria, treinam e armam os mercenários que massacram o povo sírio, bem como têm a operar bem no interior da Síria grupos de operações especiais. Também deve ter sido por prezar o bucolismo que Israel já por diversas vezes bombardeou território sírio. Outra prova do pacifismo e do gosto pelo “sossego” israelitas foi o manobrar do golpe militar no Egipto que acabou num banho de sangue. Aí, não há direito ao “Right to Protect” tão ardentemente advogado pelas humanitárias almas no caso da inventona síria, pois não? A realidade é uma maçada e quando ela embaraça o discurso “mainstream”, há que “sossegá-la” e dar-lhe uma farta dose de antídoto do discurso já feito e pronto a usar.

      • De says:

        bullshit

        israel só tem a perder com esta situação na síria.

        dê as voltas que quiser, essa é a verdade.

        e já agora, se o discurso é mainstrea, que dizer do seu? discurso patético com a mania das conspirações?

        não gosta de israel porquê? israel não invadiu coisa nenhuma, aliás os judeus não invadiram coisa nenhuma. sempre estiveream no atual território de israel. sempre. entendeu? enquanto os outros sem metem dentro de autocarros com bombas, matando inocentes, os judeus matam o responsável, não provocam carnificinas de inocentes, percebeu?

        enquanto não perceberem que israel tem de permanecer no local onde está e admitirem o direito dos judeus lá estarem o problema vai continuar. a maior parte dos palestinianos querem a convivência pacifíca com os judeus. a maior parte dos judeus quer a convivência pacífica com os palestinianos. então, qual o problema? se calhar aqueles que na palestina se dedicam a oprimir o próprio povo. sabe, o hamas é o maior problema dos palestinianos. vá lá à faixa de gaza. e tente perceber.

  3. A velha sabedoria dos contos populares (designadamente a estória de «o lobo e o cordeiro»…) aplica-se aqui às mil maravilhas…

  4. Kur says:

    Dona (ooops!)Joana Lopes, sabe o que é isto ?
    http://www.eutimes.net/2013/08/putin-orders-massive-strike-against-saudi-arabia-if-west-attacks-syria/

    Curiosamente,” punir Assad porque ele usou armas químicas contra pessoas inocentes, incluindo crianças.” Será assim tão certo?????? E,veio mesmo a calhar.Sempre o espalhar do boato-fácil e barato(por enquanto….)
    Se for avante, desta vez vamos viver a guerra em vez de, só a fazer na terra dos outros, e em HD ou 4KHD,o que quiserem….

  5. Kur says:

    jkjbkjkhkj

  6. imbondeiro says:

    O Assad, coitadinho, é mesmo estúpido! Para além de utilizar armas químicas no preciso momento em que se encontravam no país inspectores da ONU para averiguarem da utilização das mesmas, ainda mata, sem dó nem piedade, o seu povo, o mesmo que o apoia a 70% na luta contra as almas cândidas que são os “freedom fighters” de Corão debaixo do sovaco. É claro que, no meio deste convenientíssimo cenário ( para quem? para quem? ), há coisas que não vale a pena referir, pois não encaixam no discurso que é de bom tom difundir. Os 40.000 refugiados Curdos entrados ultimamente no Curdistão Iraquiano nunca existiram, como nunca existiu o motivo da sua aterrorizada fuga da Síria: o colocarem-se a salvo da limpeza étnica que os bons dos democráticos “freedom fighters” estão a fazer na sua terra natal ( e repare-se que os Curdos da Síria não apoiaram, nem apoiam, Bashar Al-Assad – a sua grande desgraça, tal como a dos Alauítas, a dos Drusos, a dos Cristãos, e a dos bem mais numerosos Xiitas, foi a de serem considerados “apóstatas” pela sanguinária pandilha mercenária sunita e, logo, “heads off!”).
    Isto de ver gente que se diz “de esquerda” a assinar de cruz guiões escritos pelos EUA, a Inglaterra de Cameron, a França de Hollande, as corruptas e torcionárias Monarquias do Golfo, e essa “sui generis” democracia teológica que é Israel, não é coisa nova. Já o fizeram na Líbia e o trágico resultado foi o de terem tacitamente apoiado uma limpeza étnica ( ouviu a articulista falar de Tawarga? ) e a destruição completa de um país com o seu concomitante cortejo de caos e de morte. E desengane-se alguém que eu aqui li: essa “progressista” gente nunca fez a devida “mea culpa” pelas suas descerebradas tomadas de posição na tragédia líbia; tão pouco a fará no que à sangueira síria diz respeito. Quando muito, verificada a valentíssima e sangrenta argolada político-ideológica, soltarão um melancólico “Que chatice!” autocomiserativo da pouca pontaria da sua pretérita fézada libertária. Nada a que a cafeína de um bom cafézinho não dê remédio. E sempre sobra o Irão para mais uma sessão de atletismo libertário e antiditatorial: é que os iranianos estão mesmo a pedir o serem libertados, à bomba e ao que mais houver ( armas químicas não excluídas… ), de si próprios.

    • HUY says:

      Caro imbondeiro,

      o pessoal não abre a pestana e vê as guerras provocadas pelas democracias capitalistas no sofá a comer merdas cagando-se positivamente para os outros e,last but not the least,
      até para eles próprios ao votar em quem lhes impõe um salário de miséria e, nem tugem, nem mugem.
      so that,ele há guerras e,se calhar é preciso passar por elas.De qq modo,esta gente está a precisa´-la . O regime feudal,fascista,bandido da ARÁBIA SAUD(!)ITA,e grande amigo das ‘democracias’ e dos mercados JÁ TEM CATARRO e basófia.
      A coisa está em banho-maria http://www.eutimes.net/2013/08/putin-orders-massive-strike-against-saudi-arabia-if-west-attacks-syria/ e o criminoso de guerra,titular do prémio nóbel da paz(paz) já está mais cordato…..

      • imbondeiro says:

        Nem mais, caríssimo Huy, nem mais. Eu, que não tenho uma visão cor-de-rosa do Mundo em que vivemos, acho que isto anda tudo ligado e os objectivos são os mesmos, apenas diferindo os métodos. Os EUA que agora se preparam para libertar à bomba algumas centenas de sírios ( não há gente mais livre do que a gente morta ), são os mesmíssimos que, com a prestimosa ajuda de uma 5ª coluna europeia que tem a comandá-la nem mais nem menos do que o nosso queridíssimo Zé Manel Durão Barroso ( eternas saudades… ), pretendem impor à UE um tratado de livre comércio desastroso para a própria UE. Rezássemos nós virados para Meca, não fôssemos nós lá com três cantigas e fôssemos nós repentinamente tomados de um inabalável sentido de independência, e, em vez de benignas pressões diplomáticas, já aqui teríamos um libertador dilúvio de bombas. É o Deus americano, o dólar, a comandar o circo. São os velhos piratas do costume que, já não conseguindo montar a velha farsa da compra por dez reis de mel coado das essenciais riquezas do Mundo, as tomam a tiro e à bomba. É a irresistível publicidade do ferro e do fogo a abrir novos mercados aos vendedores da banha-da-cobra do Tio Sam. É a hegemonia global da sangrenta barbárie do lucro.

  7. Argala says:

    Joana,

    De acordo com o Direito Internacional, para o qual eu me estou a borrifar, o Exército Árabe da Síria tem todo o direito de eliminar esse menino de 23 anos chamado Manbej, com armamento convencional, caso ele decida juntar-se ao inimigo. São as leis da guerra. Ler as Convenções de Genebra.

    Caso eu, cicadão português, recebesse armas e financiamento da Síria, do Irão, do Hezbollah, da Rússia ou da China, para abrir uma frente de guerra em Portugal, o Exército Português, de acordo com o direito internacional, teria toda a legitimidade para me eliminar no campo de batalha.

  8. Argala says:

    Joana,

    Pergunto-lhe: dedicou 10 minutos que fossem, do seu tempo, a estudar esta acusação. Você acha que toda esta pessegada faz algum sentido? Usar armas químicas à saída de Damasco, numa zona onde as linhas de confronto nem sequer estão bem definidas, um dia antes da chegada dos inspectores, conhecendo as implicações de ataque dessa natureza, numa altura em que o Exército Árabe da Síria faz enormes progressos, sabendo que até as autoridades turcas já apreenderam armas químicas aos rebeldes junto à fronteira, sabendo que há evidência de que os rebeldes já as utilizaram, sabendo que foram divulgados emails que apontavam para o cenário de uma inventona.. não ficou com dúvidas?

  9. Argala says:

    “lutaremos até ao fim pela nossa liberdade”

    Sim. Os macacos salafistas e wahabitas de todas as proveniências estão a lutar pela “liberdade”. Liberdade para desmembrar e comer os corpos de tudo o que são minorias étnicas e religiosas. Implementar tribunais islâmicos em Aleppo onde se corta a mão a quem roubar. E juízo?! Há algum juízo?!?

    Joana, desafio-a a ver este vídeo até ao fim: http://www.youtube.com/watch?v=a1ysH9XHlr8&bpctr=1377792764

  10. Joana Lopes says:

    Que fique claro: eu NÃO disse que foi Assad que utilizou armas químicas, mas sim que «os donos do Ocidente» consideram que foi ele.

    • Argala says:

      E porque é que está a citar fontes que se limitam a reproduzir a propaganda de guerra da NATO?! Na notícia que citou diz-se que o Exército Sírio Livre (que não é um Exército, nem sírios e muito menos livre), não tem forças estrangeiras a combater, quando basta ir aos vídeos de guerra para ver que não é assim.

    • Oh Joana, pelos comentários que deu para ler, parece que o pessoal que te critica, não entendeu patavina do que tu escreveste…
      São os «espinhos» da escrita em blogues…
      Aqui o sarcasmo – agora o meu – deve passar muito mal…

      • Joana Lopes says:

        Não te preocupes, Guilherme. Já tenho muitos anos disto.

      • Carlos Carapeto says:

        Qual sarcasmo? São os ensinamentos de Yakovlev.

        Na questão Síria não precisa revelar de que lado está.

        Foi o pessoal é que não entendeu patavina?

        Espalha-se a propaganda imunda da NATO tentando faze-la passar como verdade, depois são aqueles que não concordam com a agressão à Síria que são os pacóvios?

        Não leu o artigo completo? Sei que não foi a Joana a autora da informação.
        ~
        Se a divulgou e lhe deu destaque é porque tinha algum objetivo em mente.

        Favorável ao governo Sirio de certeza que não era.

      • Estimado Carlos Carapeto,
        Confesso que tenho alguma dificuldade – deve ser da minha idade – em ver a conexão entre a lei dita de «Dilma Yakovlev» (não se pode tratar dos aviões…) e aquilo que aqui está sendo «discutido».
        O sarcasmo a que me refiro – porque conheço a Joana Lopes há uns trinta anos – está desde logo, muito simplesmente, no próprio título da mensagem aqui «postada».
        Não me parece muito correcto que o Carlos Carrapeto faça um processo de intenção à Joana Lopes quando o Caralo Carapeto escreve «Se a divulgou e lhe deu destaque é porque tinha algum objetivo em mente»…
        Quanto à «propaganda imunda» da NATO (nisso estamos de acordo), o Carlos Carapeto acredita mesmo que as tropas do exército sírio também ainda não mataram ninguém que não fossem só os terroristas (armados em «rebeldes» ou «combatentes da liberdade»)?… Em situações de guerra, com frentes de combate sempre a variar e com a diversidade (para não falar em confusão) das «oposições», acha que era possível ao Exército Sírio estar com muitas «luvas brancas» a tentar ver «quem é a fvaor e quem é contra» ?…

      • Carlos Carapeto says:

        Guilherme; não venha agora adornar o discurso com vénias floreadas, nem precisa mostrar as cartas que tem na mão, já conhecemos o seu jogo.

        “deve ser da minha idade – em ver a conexão entre a lei dita de «Dilma Yakovlev»”

        Não é Dilma, é Dima. Não era à criança que me referia.

        Era ao outro Yakovlev o Alexander. Aquele do pasquim asqueroso sobre a URSS.

        ” o Carlos Carapeto acredita mesmo que as tropas do exército sírio também ainda não mataram ninguém que não fossem só os terroristas (armados em «rebeldes» ou «combatentes da liberdade»)?… ”

        Se o sentido das suas palavras é para manifestar repudio pela morte de inocentes, então tenha a honestidade de começar por denunciar as situações que merecem maior repulsa.

        Lembre-se do Afeganistão e do Iraque em particular de Fallujah, onde milhares de civis inocentes foram vitimas do uso de armas proibidas por todas as convenções.

        Neste caso não se tratou de defender o país ou repor a ordem, tratou-se da violação da soberania de um Estado, por uma potencia estrangeira agressora.

        Em contrapartida na Síria ( com algumas reservas) é o inverso.

        Portanto para si, uns são vitimas da barbárie, os outros são vitimas de danos colaterais?

        Nunca vi em parte alguma mostrar a sua indignação por as vitimas do outro lado.

      • Estimado Carlos Carapeto…
        Tenha calma… Não faça aos outros processos de intenção do estilo «você não está tão indignado como eu» ou então, e citando as suas palavras «já conhecemos o seu jogo».,. (qual jogo?…)
        Entretanto, confesso, de facto não me tinha lembrado do Alexandre Yakovlev, mas continuo a não ver o que é que esse sujeito tem a ver com a questão que aqui estava a ser discutida, a qual para mim era apenas o processo de intenção feito ao sarcasmo de Joana Lopes.
        A questão de fundo – a original – ficou de lado.
        Ou seja, da denúncia sarcástica pela desculpa mais do que mal esfarrapada para mais uma agressão, por parte do imperialismo, a um país soberano que procura os seus próprios caminhos de progresso, veio-se a cair na acusação de que «os outros» (para o caso pessoas que sempre denunciaram estas e outras agressões) de não serem táo exaltados (ou lá o que seja…) na sua denúncia.
        Confesso que não entendo bem o propósito ou o sentido dos últimos parágrafos da sua mensagem (desde «lembre-se do Afeganistão»… até «Portanto para si, uns são vitimas da barbárie, os outros são vitimas de danos colaterais? Nunca vi em parte alguma mostrar a sua indignação por as vitimas do outro lado»).
        A escrita aqui – nos blogues – é claramente exposta a más interpretações e por vezes mesmo mal intencionadas. Não é certamente esse o seu caso quando diz «nunca vi em parte alguma, etc…». Podia perguntar-lhe que sabe o Carlos Carapeto da vida de cada uma das pessoas que aqui vêm perorar sobre tudo e mais alguma coisa? Eu incluído, claro.
        No meu caso pessoal, se quiser esclarecimentos sobre a minha militância de algumas décadas – cada um tem a que tem – terei muito gosto em o fazer «cara a cara», no próximo Sábado, dia 7, na Festa do Avante.
        Por volta das 17:15 deverei estar na «Festa do Livro» onde sou suposto fazer a apresentação do livro de Avelãs Nunes, «A Crise do Capitalismo – Capitalismo, Neoliberalismo e Globalização».
        Se aparecer e estiver interessado em conversar é só fazer o favor de se identificar.
        Cordiais saudações.

      • Manuel says:

        Pois pois, chama-lhe sarcasmo.
        Pobres Joana e Fonseca escrevem de forma tão sofisticada que a plebe não entende.

        A Joana foi bem clara ao regorgitar propaganda dos homicidas em massa/prémios nobel que mandam neste mundo.
        Não venham agora tapar o sol com a peneira.
        Para além de porquitos são covardes….

    • Carlos Carapeto says:

      Minha Senhora não disse, mas insinuo-o por interposta pessoa que ainda é mais grave.

      Como foi esse tal Mabej , uma vitima dos “crimes” de Assad tem que ser aceite como verdade?

      Há por aí uma certa esquerda que ainda não ficou satisfeita com os aplausos que deu à agressão criminosa na Libia?

      Hoje parte do povo Libio vive pior que no Zimbabué.

  11. Manuel says:

    O 5 Dias anda a ficar ao nível da sarjeta. A propaganda imperialista já penetra aqui com toda a facilidade. Este post é um perfeito exemplo disto.

    A Joana Lopes devia era ir postar lá para o 31 da Armada.

  12. Miguel says:

    Sabe-se agora que as armas químicas utilizadas contra o povo sírio foram enviadas pela Arábia Saudita a um dos grupos rebeldes que luta contra Assad. Este grupo já veio divulgar a autoria deste crime. No entanto, por aqui, Assad é o criminoso n.º 1 e o terror do povo sírio, apesar de este querer que continue como presidente.

    Afinal de contas, neste blog são mais os textos sobre o piropo e o assédio que sobre este tema tão importante. Não admira que alguns optem por não escolher parte nenhuma neste conflito e continuem a divulgar as mesmas tretas do ocidente, como também do lobby de Israel, tais como a de Assad ser um ditador sanguinário.

    Comparado com o blog Voltaire.net, o 5 dias mais parece um conto de fadas do tempo da Maria cachucha.

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