Martim Gonçalves – Mais uma 'Epic Fail' do Empreendedorismo

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É muito interessante o último número da Visão, em particular a matéria que dedicam à promoção de jovens empreendedores, que deita de vez por terra o Conto de Fadas da Over It.

Recuperando a imagem da Cinderela do Empreendedorismo, tão bem caracterizada pelo Ricardo Araújo Pereira, pode agora provar-se o que já toda a gente tinha percebido: o empreendedorismo nada tem de democrático, é impossível quando praticado por quem não tenha capital inicial e uma miragem para os que não têm o privilégio de nascer num berço de ouro.

O jovem Martim foi lançado para a arena com uma mão cheia de mentiras, todas de perna curta, do processo produtivo à própria natureza da sua empresa, que, como se lê na Visão, nem sequer existia à data do Prós e Contras (20 de Maio) tendo sido cuidadosamente registada no dia seguinte ao programa (21 de Maio). 

Sobra apenas uma conclusão para tirar. Os spin doctors do empreendedorismo estão tão loucos que depois do Gonçalves tiveram que inventar um Martim, e ao contrário do que alegam os seus pais ele não está proibido de dar entrevistas apenas por ter os exames à porta, mas porque não há texto que dê a volta às evidências de mais um embuste da propaganda oficial. A Visão fez o resto do trabalho e concluiu oficialmente o que as redes sociais já tinham divulgado.

Todos sabemos o que o Estado faz aos verdadeiros empreendedores: criminaliza o mercado informal, congela o licenciamento da venda ambulante, agrava os impostos para os pequenos e médios empresários, usa e abusa da ASAE transformando-a numa verdadeira agência de liquidação de pequenos negócios e capanga dos grandes empresários, em suma, uma panóplia interminável de medidas desenhadas para libertar o mercado dos pequenos concorrentes e entrega-lo de bandeja aos suspeitos do costume.

Mas valeu a pena a história. A interpelação que a Raquel fez ao jovem aldrabão valeu também para que se perceba que o empreendedorismo é um eufemismo para a desvalorização dos salários e para a normalização da escravatura assalariada dos que têm que conseguir viver com a miséria que hoje é o salário mínimo.

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182 Responses to Martim Gonçalves – Mais uma 'Epic Fail' do Empreendedorismo

  1. Don Luka says:

    Faltou-te dizer que a administração Obama está por detrás disto tudo, e que o Martim foi o cérebro dos atentados à bomba nos EUA, para teres um post perfeito. Parabéns.

    • É isso e o Don Luka mostrar onde é que sobra seriedade (e já agora empreendedorismo) ao conto de fadas. Para a próxima melhoramos os dois, combinado?

    • De says:

      O chamar o nome aos bois é lixado. Até fogem para debaixo (salvo seja) do Obama

      • ups says:

        diz-se “chamar os bois pelo o nome” e não essa coisa que para ai escreveste

      • De says:

        Está enganado.Eu não sei o que quer dizer ou não sei o que quer recitar.Só sei o que quis dizer que foi isso mesmo que eu disse

        Agora ide buscar um explicador para tentar perceber.
        🙂

      • Dezperado says:

        Ai está o DE de volta…ja andava com saudades tuas pá.

  2. JgMenos says:

    As mentes em formato ‘funcionário/subsidiado do Estado’ têm um horror patológico a tudo que seja empreendedorismo.
    Uma cena verdadeiramente aberrante!

    • Um assombro de normalidade boçal JgMenos. Aprendeu com os liberal que só sabem viver à custa do Estado, que é como quem diz, do dinheiro dos impostos? Não era de aplicarem algum “empreendedorismo” e acabarem de vez com a mama?

      • JgMenos says:

        Buçal é com o!
        Só há mama porque há Estado a mais (o que quer dizer políticos a mais) e Justiça a menos!

      • Jgmenus, sempre mais rápido que o corrector automático. E dizer a quem ficou com o dinheirinho que pariu a dívida para ser empreendedor sem ser com o trabalho dos outros, não?

      • JgMenos says:

        Nunca tão poucos poderiam mamar tanto.
        A caridadezinha mais as muitas coisas justas e as injustas e as muitas mamas…custam dinheiro!

      • De says:

        Custam dinheiro e muito.Ao bolso de quem trabalha.Para que uns poucos mamem cada vez mais e a cada dia que passa fiquem mais gordos e ricos.
        Já era assim no fascismo.Agora o modelo perpetua-se e basta ver para onde o dinheiro é desviado.Quem enruqiece e quem empobrece.
        As “mamas” são apenas o ruído de fundo com que tentam esconder a triste realidade,uma especie de pequena canção feita na justa medida da poeira com que a classe dominante nos tenta bombardear

      • Dédé says:

        Com estado a mais ou estado a menos, com crise ou sem crise, essa gente só para de mamar quando lhe cortarem a mama.

      • Miguel Cabrita says:

        Claro que o Jgmenos têm a resposta, e vai-nos explicar porque é que o estado têm no empreendedorismo e sua promoção o seu mantra Zen, e ao mesmo tempo esmaga os pequenos empreendedores com pagamentos por conta e pagamentos especiais por conta (dos quais não ouvi nenhuma proposta de reforma) e IVA a 23% também para a restauração, sector com milhares de pequenos empreendedores. É que se o amigo tiver um dia à frente de um negócio terá todo o prazer em ver como elas mordem. O problema claro está, é estado a mais e funcionários públicos a mais, num dos estados da UE com menor racio de trabalhadores públicos por habitante.

      • JgMenos says:

        Os rácios sempre me impressionam muito, em particular o rácio entre o salário e cabaz de despesas mensais.
        Por mim para impostas bastava o IVA e o IRS, mas diz que não sustenta as mamas do Estado!

      • De says:

        As mamas do estado não são susceptíveis de serem sustentadas pelo IRS mais IVA.
        As mamas do estado têm um apetite demasiado voraz.As mamas do estado como o Mexia,o Borges,o Passos,o Dias Loureiro,o Oliveira Costa, o Cavaco,o Belmiro,o Espírito Santo,oUlrich,os filhos abjectos do abjecto fascismo,os grandes grupos económicos querem tudo,mamam tudo,vampirizam tudo.
        Mas registe-se o rabinho entre as pernas de Menos quando lhe atiram para a frente com numeros concretos.
        A fuga pura e simples.O “rapazote” não gosta de ser desmascarado

      • JgMenos says:

        Quem diz Mexia diz dinheiro dos chineses que foram metidos nas mamas. e é preciso remunerar com lucros.
        A comunada acredita que tudo que vem à rede é para assaltar e fica o caso resolvido; são artistas em fazer destas imbecilidades grandes frases, mas não passam disso!

      • De says:

        Pontos nos is:
        -Alguém diga aí ao simpatizante salazarista confesso, que ainda não está autorizado a usar a linguagem de caserna típica do antro que parece frequentar.

        -Alguém diga aí ao admirador das mamas do Mexia, que os negócios privados em que este está envolvido ou quaisquer outros negócios privados ou promovidos pelo governo ao serviço desses mesmos interesses,não são passiveis de remunerar com lucros à custa do erário público .Tal é o que tem feito a direita que nos tem governado ao longo de mais de 30 anos.

        A voz grossa de putativos candidatos a … nunca me impressionou.Uma velha estratégia de fuga cobarde e hipócrita, perante os dados concretos e objectivos que lhe atiram para a frente.
        O rabinho entre as pernas…

  3. Manuel Fernandes says:

    isso quer dizer que cansou-se de comprar, vender e sem impostos de IVA se não tinha empresa e de IRS

  4. gozontai says:

    O dito artigo não diz nada do que esse bloguista da treta quer passar!!! Ter uma marca, vender com uma marca e registar essa marca são coisas distinta que podem acontecer em momentos diferentes. Eu posso criar uma marca, vender produtos com essa marca mas se não a registar aparece um xico esperto tipo este bloguista que a regista e aproveita um eventual sucesso alheio pra facturar à conta das ideias dos outros! E ainda tem a distinta lata de chamar aldrabão aos outros…

    • Nem empresa (que não pode ter com aquela idade), nem marca, que só registou no dia seguinte aos cinco minutos de fama.

    • Paulo Parente says:

      oh gonzontai! xico esperto ou puto esperto independentemente do que sejas responde me a uma coisa! o Martim disse no programa que ja exportou mercadoria para varios paises, vendeu muito aqui ao ponto de ter que procurar um maior fabricante ! agora diz me tu que estas tao bem informado! no preço do produto dele, estavam impostos como iva incluidos? obrigado!

  5. David Fonseca says:

    Abaixo a corrupçao para poder mos todos viver num mundo verdadeiramente livre e justo…

  6. Bate punho na terra do faminto says:

    Isto é uma terra de empreendedores e poetas! Haa!! E CEO’s e filósofos!

  7. Dinis Ferreira says:

    Constituir uma empresa é uma coisa (e pode ter sido feita no nome dos pais) e registar a marca é outra…Lá registou a marca, que custa dinheiro, porque está a ter sucesso e antes que alguém registasse a marca, com a exposição que teve, fê-lo ele.

    Deixem de deitar abaixo tudo o que é positivo. Naturalmente que tem muito show-off à mistura e algumas questões sociais discutíveis, mas, uma vez que não fazem nada para ajudar o país, será que não conseguem louvar, ao menos, a atitude, seja ele “filhinho de papá” ou não? O país precisa de iniciativa! Não é só estar sentado no sofá, ou em frente ao PC, a dizer mal de tudo!

    • Não tem tido o país outra coisa nos últimos 40 anos. O empreendedorismo e a livre iniciativa tem os frutos bem à vista.

      • Paulo Parente says:

        totalmente de acordo Renato Teixeira! so nao o ve quem é ignorante! olhem para exemplos de outros paises por favor! nem 500 euros por mes..que vergonha!!! mas um ponto a sublinhar. na suiça trabalha-se em média 42 horas semanais desde que me lembro. em portugal eram apenas 35 x) . isso estava mal ( apesar que para o que se ganha ai estava mais que bem! ) . agora com as 40 horas os ordenados nao podem continuar assim.. era de se aplicar um aumento misero de 20 % pelo menos ao ordenado minimo. querem fazer mexer a economia, obriguem as pessoas a cumprir mais obrigaçoes. uma obrigaçao que eu tive a pouco tempo foi tirar um curso teorico para ter um cao! registalo numa entidade nacional. Veterinario e documentos todos em ordem e agora frequentar 4 aulas praticas com o meu amigo 4 patas! digo isto porque mais uma vez está o verao a porta e os caes principalmente sofrem nesta altura. em que se registam mais abandonos! qualquer pessoa tem cão em portugal e acho isso muito mal!

        as auto estradas ai estao cheias de extruturas metalicas com dispositivos para cobrar portagens. os milhoes que se gastou nisso! que o governo gastou nisso com o dinheiro dos contribuintes! Volto a usar o exemplo da suiça, aqui na suiça apenas é necessario um SELO que se cola no vidro do carro ! com este selo podemos andar por todas as autoestradas suiças durante 1 ano! querem saber o preço do selo? 40 francos suiços, que deve de ser cerca de 32 euros. acham isto normal?

      • PF says:

        O que está bem à vista são 100 anos de coletivismo e de bancos centrais. É graças ao capitalismo,empreendedorismo e iniciativa privada que tu podes estar de não sentado à frente de um PC a mandar “posts” em vez de estares no campo a lutar para conseguires alimentar a tua família por mais uns dias.

        Vocês não são ninguém para opinar sobre as escolhas das outras pessoas.

      • Já o jovem Martim é um senhor a opinar sobre o melhor que é viver com o salário mínimo. Percebi.

      • O_Costa says:

        É de facto um absurdo e concordo contigo. Mas o que o PF disse também é verdade. A questão passa por criar regulação no mercado ao invés de acabar com ele. Que me lembra não se viam muitos Ferraris na RDA, aliás viu-se bem o que se passou no dia em que o muro foi derrubado. O que quero dizer com isto, é a economia socialista sempre nivelou por baixo, indo ao encontro do miúdo “mais vale o ordenado mínimo que o desemprego”.

      • De says:

        Viram-se muitos ferraris no dia em que o muro foi derrubado,pois então.Continuam-se a ver muitas coisas por lá ,depois do muro ter sido derrubado.Como por cá
        Então não é que em Portugal se assiste à diminuição da venda de carros,excepto os do segmento dos carros de luxo, tipo ferraris?
        O roubo do dinheiro do trabalho para o Capital.Uma prova insofismável que mostra que há vez mais pobres num mundo em que a concentração do dinheiro está cada vez num menor número de pessoas

      • nightwishpt says:

        Está bem à vista, uma classe média a desaparecer em todo o lado e o 1% a dominar cada vez mais o mundo.

        Felizmente não esperei sentado que a iniciativa privada inventasse a Internet. Mas uma coisa é certa, trabalhava-se menos no campo do que agora, palerma.

      • MrMadmestre says:

        se o País não tivesse “livre iniciativa”, o Renato não podia vir para aqui dizer barbaridades…. pense nisso. Ser Livre é muito bom, aproveite!

        Então não é o empreendedorismo e livre iniciativa que fazem com que dezenas de milhares de portugueses, pessoas sérias, invistam em pequenos negócios, empreguem pessoas, paguem impostos e tentem, infelizmente em vão, que o nosso PORTUGAL ande para a frente?

        Eu sou um deles sabe? Emprego 10 pessoas, que gostam do seu trabalho, a quem pago no minimo SMNx1,5 (e sei que é pouco, mas não posso pagar mais). Convido-o a vir ao Porto para dizer-lhes que são escravos! Vão virar-lhe as costas e com umas boas gargalhadas à mistura

        Se o Martim andou a vender t-shirts sem pagar impostos, fez muito mal, tem que ser punido pela AT. Mas sff não ofenda quem trabalha, dá a trabalhar e paga impostos

        Se quer viver num mundo de fantasia, recomendo que ligue à Alice. Ela tem passes para ir viver no Pais das Maravilhas!

      • Fogo. Faço já uma autocrítica. Se a livre iniciativa deu o meu direito a dizer baboseiras dou já o dito por não dito.

      • O_Costa says:

        Renato a livre iniciativa deu o direito a muita coisa. Foi graças a ela que hoje temos o desenvolvimento tecnológico que se vê (e não só) e mais importante do que isso, foi essa tecnologia tornar-se acessível para maioria de nós. Há empresas privadas onde as pessoas são valorizadas, Google é um exemplo disso.

        Foi graças a essa liberdade que hoje podemos estar a discutir esse assunto à distancia de um clique. Mas nem tudo são rosas, pois não. O sistema capitalista ou de mercado livre oferece-nos um vasto leque de falsas necessidades; smartphones, gadgets, tables, portáteis XPTO, relógios da marca X, camisas da marca Y, águas com sabores e mais um sem fim de escolhas e tudo com promoções e facilidades de pagamento.

        E agora eu pergunto, alguém nos obriga a comprar? Não.

        O sistema capitalista (cíclico e com falhas) deposita a responsabilidade no individuo, onde cada um é livre de escolher o que pode e quer comprar.

        E é isso que não se ensina, nem se educa. As pessoas embarcam nos facilitismos, onde é só assinar e depois…. ai depois…

        A mim ensinaram-me que o dinheiro é de quem o poupa e como tal vivo com aquilo que posso. E só o tenho no banco (essa máfia), porque é pouco prático tê-lo escondido em casa.

        Para mim o único exemplo de aplicação do Socialismo com inteligência são os países escandinavos, onde houve um nivelamento por cima e onde existe uma quase simbiose entre o mercado livre e socialismo. Sem nunca terem cair no absurdo do Comunismo, onde dificilmente estaríamos a trocar estes posts.

        Não é para te melindrar, mas já agora responde-me a uma questão, o que é um rico? Qual é o patamar?

        Se há coisa que crítico na igreja é o paradoxo da pobreza. Onde é “vendida” como virtude, mas lá no fundo ninguém a quer…

        E como os “ricos” é a mesma coisa, neste país onde o povo é mesquinho e invejoso quem tenha alguma manifestação de bem-estar. É prontamente rotulada de luxo. (à excepção do futebol – a esses tudo lhes é permitido) Contudo, vão todos a correr meter as estrelinhas à sexta-feira.

        Enfim…

        Cheers

      • O_Costa says:

        PS – O português não está brilhante, mas foi o possível a estas horas.

      • De says:

        O português não é o pior.O pior é este choradinho hipócrita e lamechas a tentar vender um peixe podre e malcheiroso

      • O_Costa says:

        Oh De voçê leu e percebeu perfeitamente o que quis dizer e ainda me vem falar de hipocrisia…
        Engano o seu. O “peixe” está mais que vendido, aliás o modelo comunista falhou. Como dizem os porcos “amaricanos” DEAL WITH IT

      • De says:

        Mas não percebeu ou fingiu não perceber?Não é o português que está em causa ou a sua compreensão.O que está em causa é mesmo o conteúdo do que escreve.
        Entendido agora? Leia lá de novo antes de fazer essas figuras

        Quanto às “tecnologias” com que identifica o capitalismo…deixe-se disso.A questão não passa por aí.Passa pela existência de explorados e de exploradores.Passa pelo facto da riqueza se concentrar num cada vez menor número de pessoas,.passa pelo empobrecimento da população trabalhadora , passa pela cessação dos direitos básicos de quem não pertence à classe dominante.
        Portugal é um bom exemplo do desenvolvimento do capitalismo…

        Deixe-se também da “liberdade” de comprar o que quer que seja.Só mesmo alguém perfeitamente desfasado da realidade vem falar em “aguas com diferente sabor” como exemplo de consumismo.O meio do Costa pode propiciar a tal.O meio do mais de milhão de desempregados,fruto de uma política de direita ao serviço dos grandes interesses é um meio onde há já fome , desespero, sofrimento,mesmo mortes prematuras.
        A conversa que estamos assim porque andámos a viver acima das nossas possibilidades é uma treta que emprenhou os ouvidos de muita gente durante muito tempo,conduzida pelos mesmos que nos conduziram até aqui.e replicada pelos media que cumprem a voz do dono.Mas já está gasta e começa a ser posta em causa até por franjas da população que vota em tais partidos.Porque o cenário repete-se nos outros países,porque o saque começa a ser reproduzido em Espanha,na Grécia,na Irlanda, na Itália, na França,em Malta…o modelo repete-se com uma monotonia espantosa.

        “O sistema capitalista (cíclico e com falhas)…” Francamente está quase tudo dito não?.Nem vale a pena escrever mais,lol

      • Akula says:

        Incrível!! A vossa clarividência é esmagadora, assim como os vossos resultados eleitorais desde ´74.
        Cantam mas não encantam…

      • De says:

        Tudo o que quiser akula.Mas se ainda não percebeu que a conversa ainda não chegou aos seus resultados eleitorais vai ter muito ainda que aprender.
        Se bem que pode não ser só um caso de ignorância o que akula aqui exprime desta forma tão “singela”

      • Akula says:

        Ai pois não chegou e por ti nem chega, pois claro. E os ignorante somos nós…. É como diziam na tropa, só voçê é que está bem.

      • Paulo Parente says:

        Pais das Maravilhas??? grande gargalhada! fique sabendo que existem muitos “pais das maravilhas” ! diz que nao pode pagar mais aos seus empregados….gostava de ver o seu extrato de conta e bens materiais que possui a ver se isso é mesmo verdade! se for verdade digo-lhe. é pouco empreendedor !

      • Miguel Cabrita says:

        E não acha estranho que o estado promova de forma papagaia o empreendedorismo e depois o esmague a si com por exemplo IVA a 23%, procedimentos administrativos absurdos, não faz nada para lhe reduzir a factura da electricidade, andar volta não volta com fiscalizações á perna?? O objectivo da critica do Post era outro, era o de envidenciar a contradição que há entre o discurso hipócrita do estado e da direita e aquilo que o estado e a direita faz aos pequenos empresários.

      • Paulo Parente says:

        é verdade! 23% que paga o consumidor final! um absurdo!!! por agora vivo num ” pais das maravilhas” onde o iva é de 8%.

      • De says:

        “E os ignorante somos nós”
        É você que o diz.
        “É como diziam na tropa, só voçê é que está bem”
        Continua a ser você a dizê-lo!

        Agora bora lá fazer um esforço e rebobinar tudo a ver se desta vez entende.
        Uma dica:A justeza das causas não se mede com o voto.Que um neoliberal ( nem me refiro a você) queira vender a própria mãe ou a parceira ou parceiro para fazer negócio é algo que mostra bem os altos parâmetros éticos dessa gente.
        Mas sabe? Eu não vou por aí.

  8. Nuno Cardoso da Silva says:

    Peço desculpa, mas isto é totalmente secundário e insignificante. Não percamos mais tempo com esta treta. O que é importante é o António José Seguro e o Paulo Portas serem os convidados portugueses à próxima reunião dos mafiosos do grupo Bilderberg, o que significa que já está decidido qual vai ser o próximo – e muito próximo – governo de Portugal. O que é prioritário é mobilizarmo-nos para denunciar mais este atentado à nossa soberania e pressionar o BE e o PCP a liderarem uma coligação da esquerda progressista para as próximas eleições. Estou farto do divisionismo que esses dois partidos protagonizam, estou farto de os ver pôr as suas estratégias partidárias e ambições pessoais acima dos interesses de Portugal e dos portugueses.

    É isto que interessa, não é o Martim!…

    • E ainda assim, o tempo que o NCdS por aqui perde a discutir o que não lhe interessa…

    • JP says:

      Caro NCdS, completamente de acordo.

      Mas esta discussão parece-me muito útil para sabermos à esquerda que economia queremos. O empreendedorismo faz parte dela? Deve ser fomentado?
      Eu acho que sim. A maioria das pessoas que escrevem aqui no blog acha que não.

      Olhemos para Silicon Valley. Beneficiando de um ambiente muito ligado à inovação com muitas faculdades de topo nas suas imediações, tem um ambiente propício ao investimento (pessoal e económico). Fomenta-se o empreendedorismo individual e este é, depois, apoiado económicamente de diversas formas.
      Ora, esta zona é das mais ricas do mundo. Tem dos empregos mais bem pagos e emprega centenhas de milhares de pessoas. Segundo o CFO da google (não confirmei) esta zona dos US gerou tanta riqueza na sua curta vida como a economia espanhola e toda a sua história!

      Quanto a mim, e à nossa escala, devemos investir na transposição da investigação académica e da inovação para as empresas fomentando justamente este tipo de iniciativas. Em algumas zonas do país isto já é feito, veja-se o concelho de Oeiras (com o maior rendimento per capita do país, mas também as incubadoras de empresas que surgem nas universidades e politécnicos).

      E por isso faz-me estranheza quando vejo alguma esquerda a amesquinhar o pouco que um miúdo de 16 anos já conseguiu, sem valorizar o esforço, entrega e dedicação que ele colocou no seu projeto (que, como tudo na vida tem defeitos).
      É triste ver a malta meter tudo no mesmo saco como se empreendedorismo fosse só o Martim e como se todos os intervenientes nesta área da economia fossem uns “capitalistas sanguinários”.

      • jcnf76 says:

        Qual o silicon valley? aquele que importa os melhores engenheiros do resto do mundo à conta das guerras fomentadas pelo poder militar americano?Ou aquele que fomentou as dotcoms e agora fomenta milhares de empresas de mafiosos direitos de autor? transpor a inovação das universidades para o mercado?isso supõe a existência de um mercado que só é possível se houver movimento de capitais, que por sua vez só é possível se existirem zonas de miséria…raio dos esquerdistas

      • De says:

        O reconhecimento das guerras fomentadas pelo complexo industrial-militar americano é um passo em frente.Mas é demasiado redutor para a complexidade da situação.

        Um pequeno cábula com a lição incompletamente estudada?Ou um pequeno apologista dos mercados a tentar vender-nos as suas ideias através destas pequenas lições mal amanhadas?
        Um básico a tentar disfarçar(-se)?Uma zona de miséria em potência.

      • O_Costa says:

        Oh De se fossem só os USA….

      • De says:

        Mas quem disse que eram só os EUA? Falava-se no império e como tal o império foi convocado.
        Mas claro que as ramificações do dito são inúmeras. As monarquias do golfo cunprem o seu papel de aliados do fascismo islâmico.
        E Israel ,que dizer desse estado-pária…?

      • O_Costa says:

        E a França , UK , Russia, Israel, China, US, Coreia do Norte, Austrália (com a questão de timor ou do petroleo de timor) , Alemanha, Irão quer mais… Todos com atropelos e capazes de tudo para defender os seus interesses. A questão escolher o lado da barricada. Triste mas é assim…

      • Armando Martins says:

        Como resido a poucos quilómetros do Silicon Valley, na California, confirmo tudo aquilo que escreveu. Infelizmente, em Portugal, as ideologias políticas estão em primeiro lugar !…Neste país quem quizer montar uma empresa, seja de que tamanho for, não há entraves, nem intreferencias de partidos ou debates na televisão…E eu falo por experiencia própria pois já abri duas casas comerciais.

      • Claro. Toda a gente sabe que Silicon Valley é desprovido de ideologia. Um gajo lê cada uma…

      • jcnf76 says:

        e desbloquear o meu comentário acima, não?

      • Paulo Parente says:

        para mais comentarios assim jcnf76, deviam de ser todos bloqueados! informa-te melhor das tuas fontes!!!

      • De says:

        Esta ode acéfala ao “empreendedorismo” manhoso made in states, fez-me lembrar este vídeo sobre a dívida dos EUA.
        Por onde andará a troika, gaspar, lagarde e outra canalha do género?

      • O_Costa says:

        Não sei para onde foi o outro post que tinha escrito, mas video à parte. De onde virá o PC/Tablet que usas para escrever neste blog? Da china, certamente, como todos os outros. Mas refiro-me ao ideal, ao conceito e ao sistema que permitiu o seu desenvolvimento e produção. Do mesmo sistema que te apresenta um sem numero de falsas necessidades, mas que como consumidor só compras o que quiseres e se quiseres.
        Não sei quais são tuas convicções, mas tens os exemplos (quase académicos) dos países escandinavos onde houve uma aplicação do Socialismo, sem anular o mercado-livre. Onde cada um é livre de comprar o que quiser, dependo da sua capacidade financeira, derivada do salário, esforço de poupança ou lotaria!!

      • De says:

        Mas não haverá nenhuma alminha que ensine as regras mínimas de educação a estes vendedores de banha da cobra em torneio de “mercado livre”?

        Qual China qual carapuça,quais exemplos ( quase académicos?) do “socialismo” dos países escandinavos.

        Devia haver mínimos para a ignorância sobre o que se fala,tecla ou diz.Quando estes são ultrapassados é aconselhável fazer um retorno à escola…sem ser pela via do Relvas

        ( e nem falemos na fuga…mais uma…sobre o conteúdo do video… 🙂

      • O_Costa says:

        Caro De.
        Com franqueza, mas alguém aqui foi mal educado?

        Sabes que, não é meu costume discutir nem com padres nem com comunistas, por ambos acreditam e as crenças não de discutem. Mas por vezes cometo esse erro, enfim…

        De facto tenho de pedir desculpa sobre os meus erros. Vendo melhor, nem é a na China que a maioria das “coisas” são fabricadas. Nem os paises escandinavos tem na base do sistema social e de estado, uma matriz socialista. Nem o empreendorismo e a livre iniciativa, permitiram o desenvolvimento tecnologico que tu utilizas.

        Fuga ao assunto é o espelhona tua resposta. Porque eu não tenho nenhum problema em falar do video, se houvesse algo de novo para falar. Os EUA têm a maior divida externa, mas o que me precupa é a NOSSA. E mais uma vez tens os bons exemplos escandinavos.

      • De says:

        Talvez fosse bom ler o que escreveu antes de continuar,não? Ou se não quiser ter tal trabalho,leia o que postou depois.Eu repito:”Sabes que, não é meu costume discutir nem com padres nem com comunistas, por ambos acreditam e as crenças não de discutem. Mas por vezes cometo esse erro, enfim…
        Sabe?Eu não tenho nada que saber os costumes do senhor.Estou-me perfeitamente nas tintas.Agora não tenho que aturar os dislates do senhor sobre com quem pensa estar a “dialogar”.
        Mais uma vez sobressai o não cumprimento do que se afirma.A falta de coerência é uma coisa muito irritante … e triste
        Agora como trabalho de casa tente saber qual o modelo que existe nos países escandinavos. E já agora medite no Vídeo que coloquei, a sua relação com o tal capitalismo que citou, o porquê do argumento de dívida por ter servido para todos os crimes e para todos os atentados civilizacionais.
        E depois pode ver a que resultados nos tem conduzido estes terroristas sociais que nos governam

      • Helder says:

        É ironia disto é o video referir uma verdade preocupante da divida crescente americana e o próprio youtube ser made in america. Nem para eles próprios são bons….

      • Miguel Cabrita says:

        A ideia é muito boa e se for bem aplicada dará bons resultados. Gerar inovação que gere mais valia e permita competir no mercado.

        Infelizmente em Portugal as empresas investem muito pouco em inovação (O Martim é um bom exemplo disso), muito empresários portugueses são mais patrões que lideres ou empreededores, as empresas são rigidas e preferem importar tecnologia a desenvolvê-la, e utilizam tecnologias maioritáriamente ultrapassadas. Há ainda os baixos niveis de qualificações académicas dos portugueses e os ainda mais baixos niveis de literacia, o desinvestimento que está a ocorrer na ciência e em I&D. Depois falta de competitividade por termos uma moeda desadequada para os interesses da nossa industria e dos trabalhadores (especialmente os desempregados) Existem algumas especificidades desse projecto e da comparação com Silicon Valley que me fazem pensar que estejamos a ser um tanto ou quanto liricos a imaginar amanhãs que cantam e futuros idilicos sem corrigir problemas estruturais da economia portuguesa. E ainda menos a esmagar os empresários que existem.

        Depois em Oeiras não encontra o melhor exemplo de apoio ao pequeno empreendedor e de criação de empresas de raiz, mas sim de atracção de grandes empresas.

    • Ana Silva says:

      Nem mais.

  9. jcnf76 says:

    É interessante ver tantos catequistas do trabalho. Alguns rudes, como só os básicos podem ser. Isto não é arrogância de ‘esquerda’, é a pura constatação de quem sabe o que é um crise de sobreprodução e não se contenta com a simplificação de que o comunismo ‘falhou’. Os básicos preferem empranhar pelos ouvidos a ler Fiedman ou Hayek, preferem pensar que num mundo onde os genes dos preguiçosos fossem extirpados geneticamente tudo funcionaria pelo melhor e todos viveríamos em abundância feliz. O problema de África é que não trabalham o suficiente. O problema dos pobres é não trabalharem o suficiente. Imagine-se um mundo de empreendedores como o Martim, onde todos têm expedientes para se adaptarem ao meio, um mundo onde por via do trabalho não existem zonas de pobreza ou de desvalorização de salário que torne as empresas competitivas, será que o excesso de oferta diminuiria o valor da procura e todos lucraríamos com produtos mais baratos que seríamos obrigados a comprar sob pena de lançar o próximo empreendedor no desemprego? No mundo da religião do trabalho o rico é cardeal, pois conseguiu amealhar mais que os outros empreendedores e deles se merece diferenciar pois para que serve o dinheiro senão para explicitar a hierarquização social?
    É por termos muito básicos que não vivemos num mundo assim.

    • O problema dos ricos não são os pobres. Está enganado. Eles são ricos à conta dos pobres e esse é, lamentavelmente, o fundo da questão.

      • jcnf76 says:

        O Renato é que está enganado, o problema dos ricos são os pobres.Os pobres não são o problema dos ricos enquanto forem pobres, só quando querem ser algo mais que pobres é que se tornam problema.

      • Paulo Parente says:

        o chefe costuma ser sempre o rico. o rico é o que paga os salarios. os salarios sao miseros face aos lucros do chefe. o rico assim tera sempre pobres a trabalhar para ele e continuara sempre a ser chefe! agora imagina la tu jcnf76 viveres num mundo onde só existem chefes! era so chefes a produzir. So existia o encargo de chefe! ganhavam todos igual! O Renato tem nome pelo menos e da a cara! e da muito bem pois tem sanidade mental!

      • O_Costa says:

        Seria como promover todos os soldados a general. Seria o máximo!!! Mas o problema é que na realidade passam todos a soldados. Como disse alguém “Lá em Portugal queremos acabar com os ricos ” ao que o escandinavo respondeu “nós cá acabámos com os pobres”

      • jcnf76 says:

        Paulo Parente, não sei nem quero saber qual é o teu problema, mas gostava de perceber qual era o teu argumento.

      • De says:

        “Levado às últimas consequências, o discurso capitalista sobre empreendedorismo faria de todos os cidadãos um patrão. Ora, é o próprio capitalismo que não permite esse alargamento do patronato por força do processo constante de acumulação e concentração da propriedade dos meios de produção.
        Empreendedorismo é assim, afinal de contas, um termo vazio para iludir os povos sobre as reais responsabilidades perante o desemprego”.

      • Paulo Parente says:

        🙂 mais argumentos? eu não tenho que dar argumento algum. Ja tem aqui pessoas suficientes a dar argumentos! Tu ja deste a conhecer os teus e por exemplo o argumento Silicon Valley foi muita bom! parabéns ! estas num bom caminho. pessoas com argumentos assim deviam de seguir o mesmo caminho….

    • Carissimo, quem trabalha são os agricultores e afins, que produzem comida. Todos os restantes vivem à custa destes.
      Agora diga-me, Hayek explicou-lhe porque é que não existem trabalhadores agrários muito ricos? Se de facto estes são os únicos que verdadeiramente trabalham.
      Aquilo que produzem tem que ser depois dividido pelos que nada produzem, e desse grupo fazem parte os Economistas como Hayek. Aliás da seita dos Economistas, nada de bom adveio ao mundo, ao não ser em benece própria.
      Vá trabalhar para comer, mas refiro-me a trabalhar, como por exemplo plantar batatas.

      • jcnf76 says:

        deduzo pelo seu comentário refinadíssimo que é agricultor, provavelmente daqueles que recebe subsídios para plantar girassol, só assim se explica o peito aberto e a ´benece’ dos erros ortográficos

      • De says:

        Este não gostou que o mandassem trabalhar.e vai de se esconder atrás de “erros ortográficos”.E montado no seu básico linguarejar parte para a pequena caluniazinha acerca de subsídios e outras coisas que tais.
        Será que o comentário sobre aquele traste do Hayek terá contribuído para um tão primário espumar?

      • jcnf76 says:

        Este gosta particularmente de inaptos que perdem tempo sem montar um argumento que não seja ad homine…recebeu algum subsídio?

      • Carlos says:

        E os agricultores não se vestem? Não vivem em casas? Não usam carros? Não usam telemóveis? Não usam electricidade?.. Quem é que produz isso, são os agricultores?

    • De says:

      É interessante ver um ou outro catequista do mercado.Um rude como só um básico pode ser.Isto não é arrogância de alguma coisa.É apenas a pura constatação que um neoliberal esconde atrás de si (para além daqueles erros ortográficos que há pouco verberava a alguém).E o que esconde atrás de si vai para além dos “empranhamentos” com que sonha.Vai mesmo para além das músicas “celestiais” do haydek ou do friedman com que nos quer convencer a aturar, qual charlatão de banha da cobra a impingir o que caminha a caminho do rigor mortis. Passa pela genética mas naquele jeito mal amanhado e ignorante,(diria mesmo cabotino),que os aldrabões têm quando falam em questões de Ciência.E passa pelo anedotário da definição do problema de Africa ou do problema dos pobres.
      A hierarquização social à procura dum cardeal?
      Cheira a ranço.Embrulhado numa linguagem básica mas já tão tão tão …que mete dó

    • PS says:

      Eu não sei se rio ou se choro, mas sem dúvida deveria ler mais qualquer coisinha!… E já agora, por os pés no planeta terra!

    • PS says:

      Não sei se rio, ou se choro, mas sei que devia ler mais qualquer coisita.

  10. Graza says:

    Se houve alguém que já provou a sua aversão às empresas, foi este governo. Somos um país com uma densidade na restauração superior à Europa. Talvez. E daí? Isso é razão para por em prática os diktats dos Borges & Moedas de que a purga é saudável, porque há restaurantes a mais? Aniquilar e asfixiar uma das maiores actividades económicas que emprega tanta gente, apenas e só porque há muitos, é a melhor forma de se apoiar o empr…drl drl…ismo? Ou é com este show off dos Gonçalves e dos Martins sem sustentação, e como se vê agora, sem credibilidade, que lá vamos? Tenham juízo. Criem empresas, empreguem pessoas, paguem sem as explorar ou então desapareçam e vão para a China explorar aqueles desgraçados, ao menos ficam longe da vista.
    Aquilo de que a Raquel falava, insere-se no que foi dito ontem outra vez no Prós e Contras: digam o que foi que nos últimos duzentos anos, não foi conquistado pelos trabalhadores sem que tenha sido com luta, com guerra, com esforço. Nada dos benefícios que temos hoje, direitos, segurança social, saúde, educação, nos foi dado, nos foi oferecido, foi arrancado por gente que lutou por isso como a Raquel, e não pelo Martins & Gonçalves.

  11. Anonimo says:

    Qual a lei que impede um menor de ser socio (ou dono) de uma empresa? Consigo conceber que um menor de 16 nao possa ser administrador ou trabalhar na dita empresa mas penso que e’ possivel ser socio ou deter capital, sendo que essas quotas ou empresas seriam tuteladas pelos pais ate a maioridade do jovem. Quanto ao empreendedorismo, as criticas nao deveriam ser feitas aos jovems que ainda tentam criar empresas em Portugal mas ao Estado que tudo faz para que isso nao aconteca. Desde os impostos, as licencas, a ASAE, a infindaveis normas e regulamentos. Nao conheco ninguem que tenha aberto negocios e empresas com as papeladas tratadas. A burocracia e’ tanta que primeiro abre-se o negocio e depois reza-se para que se consiga todas as licencas e burocracias necessarias. A minha opiniao pessoal sobre o jovem, apesar de todo o mediatismo do caso e da questao dos salarios minimos, e’ que pessoas como ele deveriam ser aplaudidas e estimuladas. Se existissem mais martins quando se liberalizou a industria textil a nivel mundial apos o consenso neo-liberal de washington de 1989, certamente hoje em dia teriamos mais Sacoors, Salsas e Zaras a criar emprego e a pagar impostos em Portugal. A historia do Martins lembra-me a historia de um Galego chamado Amancio Ortega que tambem comecou a vender roupoes numa garagem da coruna e hoje em dia emprega 92.000 pessoas, mas sim os empreendedores sao todos malvados e so querem viver a custa dos trabalhadores… Mesmo quando sao selfmade men a esquerda nao aceita o lucro nem o sucesso individual como motores da economia e como dinamizadores da humanidade. Foi o capitalismo que criou empregos, escolas, ciencias, tecnologia e bem estar no mundo, tudo o resto sao ilusoes do passado. Ideologismos sem resultados practicos, experiencias falhadas que resultaram em pobreza de massas, fome e atraso economico.

    • É ler a lei. Não ceda à preguiça. O que a esquerda não concebe é que se vendam retratos que só cumpram com a função de preencher os sonhos molhados do “pensamento rústico-liberal” independentemente da dura realidade.

      • Anonimo says:

        Agradeco que partilhes a dita lei que impossibilita um menor de ser detentor de capital privado de uma empresa. Como eu disse, concebo que o menor de 16 nao possa exercer funcoes na dita empresa mas nao conheco nenhuma lei que o impeca de ser proprietario. Obviamente que os tutores legais podem criar, vender ou gerir essa propriedade em nome do menor. Ninguem aqui defende que o salario minimo portugues seja aceitavel dentro da UE e para dismistificar ainda mais o caso das sweatshops da china, ontem vi uma entrevista da raquel varela em que criticava a foxconn por ter instalado redes anti suicidio (a tao criticada manufactora de produtos da apple e electronica) mas que actualmente paga salarios acima do salario minimo portugues.
        A dura realidade, que a Europa se recusa a ver e’ que a liberalizacao global dos mercados esta a resultar numa redistribuicao economica dos paises desenvolvidos para os paises em vias de desenvolvimento. Quer isto dizer que os salarios na Asia, Africa, India, e outros paises sub desenvolvidos estao a crescer enquanto empregam cada vez mais gente, enquanto que as regalias e beneficios sociais do ocidente continuam a decrescer. Enquanto largos milhoes de chineses, indianos e afins saem da pobreza, alguns milhoes de europeus e americanos empobrecem. De um ponto de vista social o efeito global e’ bastante positivo e alinhado com os principios de redistribuicao de riqueza da esquerda. Se realmente querem preservar o estado social europeu (que esta assente em populacoes e economia sempre em crescimento) levem a vossa luta para a China, India e semelhantes. Sao esses os paises que podem relancar o estado social e amigo do ambiente, caso contrario a Europa e EUA nunca poderao sustentar as regalias que tivemos ate agora. Alternativamente podemos voltar as antigas politicas mercantilistas/ proteccionistas e continuar a subjugar o resto do mundo a pobreza por via economica e por via militar.

      • Anonimo says:

        Ok… as conclusoes de que um menor nao pode ser proprietario de uma empresa foram tiradas da pagina de FAQs do http://www.portaldaempresa.pt. mas gosto de ver que os factos aqui escritos foram realmente verificados

        Um jovem de 16 anos pode ser emancipado e tornar-se administrador de uma empresa como se tivesse 18 anos. Adicionalmente, um jovem com menos de 16 anos pode ser socio de uma empresa (inclusive socio maioritario) desde que nao exerca funcoes de administrador da empresa.

        Por favor Renato, explica qual a lei que impossibilita um menor de ser dono de uma empresa?

      • Naturalmente. Assim que me mostrar a que legisla a excepção que anuncia.

      • De says:

        Chapeau. Numa frase, numa única frase, o “reizinho” exposto não a nú,mas sim apanhado num pijama demagógico e boçal, já tantas vezes denunciado e escalpelizado.

      • Anonimo says:

        Renato, nem sei porque me dou ao trabalho dado que o jornalista es tu mas para de escrever falsidades.

        Podes esclarecer te no Codigo Civil, Titulo II das Relacoes Juridicas, Seccao I, Personalidade e Capacidade Juridica. Tens aqui o link para o decreto de lei: http://www.inr.pt/bibliopac/diplomas/dl_47344_66psing.htm

        O artigo 127 estipula que maiores de 16 ja tem excepcao a incapacidade de menores nos seguintes casos:

        1 – São excepcionalmente válidos, além de outros previstos na lei:
        a) Os actos de administração ou disposição de bens que o maior de dezasseis anos haja adquirido por seu trabalho;
        b) Os negócios jurídicos próprios da vida corrente do menor que, estando ao alcance da sua capacidade natural, só impliquem despesas, ou disposição de bens, de pequena importância;
        c) Os negócios jurídicos relativos à profissão, arte ou ofício que o menor tenha sido autorizado a exercer, ou os praticados no exercício dessa profissão, arte ou ofício.
        2 – Pelos actos relativos à profissão, arte ou ofício do menor e pelos actos praticados no exercício dessa profissão, arte ou ofício só respondem os bens de que o menor tiver a livre disposição.

        Adicionalmente, os artigos sobre tutela preveem a administracao de bems, propriedade e negocios do menor e finalmente ainda existe legislacao que rege a administracao de empresas em caso de herancas por um menor sem pais e tutores legais.

        Como podes constatar a lei preve a titularidade de empresas por menores. Isto aliado ao facto de a maioria das empresas so registrarem as marcas quando o negocio faz sentido (devido aos custos obvios), o que e’ perfeitamente legal, esvazia em muito o conteudo deste artigo e sinceramente tambem a tua credibilidade como jornalista.

        Espero que o corrijas

      • O rapaz tinha 15 anos quando alegadamente formou a empresa. Mas nada como o próprio, ou quem assina os recibos por ele, vir a público esclarecer como é fácil e democrático o acesso ao empreendedorismo.

    • Armando Martins says:

      Estou de pleno acordo com o que escreveu. Parabéns.

  12. LLopes says:

    É assim tão dificil “encaixar” que a Raquel Varela, por muito prestígio que tenha, assim como um currículo com muito mérito, teve uma saída infeliz?… escolheu mal o alvo e ouviu o que não esperaria de quem menos esperaria… é tão simples assumir isto e não continuar a bater no ceguinho… é de tal forma ridículo e patético continuar a bater na mesma tecla, num míudo de 16 anos que disse umas coisas num programa, que a única coisa que conseguem é fazer com que o Martim venda mais t-shirts à pala de um episódio criado única e exclusivamente pela Raquel Varela… let it go…

  13. Nuno Borges says:

    Estou 100% de acordo na “Questão Martim” com a Raquel Varela na intervenção que teve no programa.
    Só chamo a atenção que o registo de uma marca nada tem a ver com o registo de uma actividade comercial, de uma Empresa. É uma Empresa ou entidade que regista uma marca que para tal já tem que ter estatuto jurídico.
    Não li a reportagem da Visão.
    Nuno Borges
    http://nfcborges.wordpress.com

    • Repito: a empresa nunca poderia ter sido formada por um adolescente de 15 ou de 16 anos. Isso nunca esteve em causa. A existir, está no entanto por saber quem é a interposta pessoa.

  14. JP says:

    O Renato insiste em repetir a ideia de que “sem pais ricos” ninguém cria nada.

    Já noutro post lhe disse que existem em Portugal fundos de capital de risco (públicos e privados) e existem associações de business angels (com dezenas de membros cada uma). Acha que estas entidades/pessoas não investem numa boa ideia ou num bom projeto independentemente da origem de quem o apresenta? Porque razão insiste em propagar uma ideia errada e preconceituosa?

    E em relação ao registo de que fala. Refere-se ao registo da marca ou da empresa?
    É que a marca pode ser registada muito depois de existir atividade. Veja lá que até há várias empresas que vão desenvolvendo coisas e registando marcas novas todos os anos, sob a mesma empresa… Também são “aldrabões”?
    E em relação ao registo da empresa. Não pode haver atividade previamente comercial antes de haver empresa? É claro que pode.

    Enfim. O Renato insiste em não discutir o essencial e a repetir os chavões que acha serem verdade. É pena.

    • Paulo Parente says:

      pelo menos o Renato usa o nome dele, tu deves de ser falsificado JP

      • JP says:

        E argumentos tem?
        Agradecido.

      • E já agora a pergunta, não?

      • JP says:

        Qual pergunta?
        E o Renato não tem nada a dizer sobre o que escrevi?

        Vá lá que eu até ajudo a conhecer um pouco mais:

        Aqui pode consultar a lista das 35 entidades que gerem os 74 fundos de capital de risco existentes em Portugal. – http://web3.cmvm.pt/sdi2004/capitalrisco/index.cfm

        Deixo-lhe ainda os links para duas federações de business angels:
        APBA – http://www.apba.pt/
        FNABA – http://www.fnaba.org/

        E esta listagem não inclui os inúmeros prémios de inovação ou de empreendedorismo que existem por esse país fora e que são – literalmente – às dezenas.

        E agora, ainda quer continuar a insistir em que é preciso ser rico para ter um negócio?

        E em relação a silicon valley – que referi atrás – também não tem nada a dizer? Qual é a economia que o Renato defende? Como se constrói essa economia?

      • Se não faltam exemplos de empreendedorismo podiam ter ilustrado melhor o quadro não? Defendo uma economia onde o salário mínimo não seja bitola, muito menos profecia de um adolescente que não sabe puto o que é ter que ser empreendedor assumindo cada um dos riscos e tendo pela frente cada uma das barreiras. A economia de Silicon Valley tem os resultados ai à vista. Em Portugal chama-se Vale do Ave.

      • Pedro says:

        Sempre ouvi dizer que quem não tem razão vai sempre tentar discutir o pormenor mais insignificante que encontrar lol, parabéns Paulo Parente por usar o seu nome.

        JP, exactamente o meu pensamento, só quem não está dentro do mundo universitário (e/ou) empresarial é que não sabe da quantidade de empresas, startups e entidades prontas a investir ou a promover concursos para investir às carradas por ano. Ainda ontem um colega de curso meu ganhou 5.000€ num concurso de ideias da UNL. Só quem está o dia todo no sofá é que pode achar que o país é feito de cepos.

      • jcnf76 says:

        Com tanto empreendedor nem se percebe como estamos agora.

      • Paulo Parente says:

        Parabéns ao seu colega! belo prémio… em Portugal é muito dinheiro! xD com um salario minimo inferior a 500 euros xD mundo universitario? estou errado ou ha jovens licenciados a trabalhar em portugal por 500 ou menos euros??? com esses 5 mil euros ele nao vai longe, mas se tiver mais ideias excelentes vao lhe fornecer credito para abrir um negocio proprio. Um negocio de risco talvez em que vai dar continuidade ao tema central!

  15. wccyl says:

    “A interpelação que a Raquel fez ao jovem aldrabão…” só esta frase denuncia todo o teor enviesado deste pseudo-artigo. Acho que não estou a ver o mundo ao contrário dizendo que a única figura ridícula e dispensável nesta história toda é a Raquel. Bem ou mal o miúdo está a fazer pela vida, já a doutora é mais do mesmo. Pedagogia barata… e criar riqueza… nada.

    • Viva a aldrabice, portanto.

    • jcnf76 says:

      a malta do BPN e do Banif, etc também fizeram pela vida…e criaram riqueza

      • De says:

        Então não criaram?Um neoliberal saliva com a riqueza criada:Sobretudo aquela que se podem apropriar.
        Fazem de resto disto a sua prece quotidiana.A “malta” deles é assim

      • O_Costa says:

        Não defendo os bancos: Aliás desses tipos não tenho pena nenhuma. Mas há aqui uma estranha similaridade com a doutrina da igreja onde a pobreza é apresentada como como uma virtude. (no entanto ninguém a quer) Há quase uma relação de amor-ódio, de repulsa e de desejo em relação à riqueza e à aquele que a cria.

      • De says:

        Qual carapuça.Ao menos um mínimo de informação.Há quem explore.Há quem seja explorado.Há quem se aproprie da riqueza.. Há quem crie riqueza.Não existe trabalho porque existem empresas, existem empresas porque existe trabalho.
        A realização de trabalho depende exclusivamente da disponibilidade de mão-de-obra e de meios de produção. A existência de um explorador, de um patrão, não devia entrar sequer na equação.

      • O_Costa says:

        Wow espera lá!!! Então o meu patrão que me dá um salário em troca do meu trabalho é, afinal, um monstro explorador… Obrigado pela informação, mas eu tenho uma opinião um pouco diferente.

        Lá vou ter de o maçar com mais uma manifestação, pouco abonatória, dos meus dotes analíticos mas você faz-me lembrar aqueles tipos que andavam (e ainda lá andam) na faculdade à custa das bolsas enquanto em andava a trabalhar para poder estudar. Claro que, para o Avante e outras festanças havia sempre dinheiro. Os mesmos que criticavam o capitalismo (sendo grandes fãs da Apple) o sistema democrático e as injustiças no mercado de trabalho – sem nunca lá terem entrado – e faziam-no com a prepotência e a arrogância de quem se julgava dono da Verdade.
        No final, apresentavam como alternativa o totalitarismo em forma de Comunismo. Uma utopia que falhou e apodreceu… Ingenuidade a deles…

        Sabe o patronato não deve, TEM de entrar na equação. Pois se, para si são exploradores, para mim são criadores de ideias e de trabalho. Não me incomoda que o Sr Mark Zuckerberg faça dinheiro com a sua ideia, incomoda-me que os senhores da bola ganham sem produzirem coisa nenhuma.

        Há, obviamente, bons e maus patrões, mas olhe que os Estado é um patrão exemplar e explora bem quem para ele trabalha. Por isso que fui para privado, onde trabalho mais, ganho mais e tenho mais regalias. Com exploração desta posso eu bem.

        “Não existe trabalho porque existem empresas” ora bem, as pessoas querem empregos não trabalho. Esse custa e justificar o ordenado ao final do mês é uma chatice…

        Caro De não vou eternizar esta discussão porque é impossível discutir com quem acredita em dogmas e me acusa de hipocrisia quando está sentado à frente de um computador que é fruto de tudo aquilo que tanto critica…

      • De says:

        Qual wow qual carapuça
        Um ignorante é um ignorante e ponto.Alguém que coloca um meio como um computador como argumento em favor de alguma coisa é algo mais que me abstenho de nomear.
        Tenha paciência mas para esse peditório já dei
        Um computador né?

      • De says:

        Mais uma vez treslê o que lê. Mas eu tenho alguma coisa a ver com o seu patrão? Estamos a falar de relações entre classes e salta com o seu umbigo em defesa de? Mas quem chamou “monstro” ao seu patrão? Mas não consegue sequer perceber a que nível se processa a discussão?

        (“O trabalhador, habituado às relações sociais e produtivas do capitalismo em que sempre viveu, cria a ideia de que sem Patrão, não pode trabalhar. Na verdade, se ele não trabalhar não pode haver patrões”.)

        O que diz depois infelizmente,para além de catequese pífia sobre os bons patrões e o privado etc e tal, revela algo de insultuoso sobre quem andou e anda a estudar e que não partilha os seus tacanhos modos de ver estudantis..nem os seus bolorentos conceitos de “Mercado”.

        E de uma vez por todas responda ao que se diz e não invente.Eu vou mais uma vez exemplificar.Falo em trabalho e você foge para o emprego e em torno desta palavra faz o choradinho habitual de qualquer neoliberal em trânsito.Mais uma vez repito:”Não existe trabalho porque existem empresas, existem empresas porque existe trabalho.”

      • O_Costa says:

        Tenha calma e não se enerve, camarada. Eu referi o meu caso como exemplo, mas como é habito o senhor prefere remeter para um tom ironico ao invés de argumentar.

        E mais uma vez dou-lhe razão, talvez de tivessem outro nível de discussão, teriam outra aceitação nas urnas.

    • kur says:

      Na India,Paquistão,,…..,nos países ‘livres’, é só ver empresários!Fico espantado,pelo achivement—–Ké flô????

  16. Antónimo says:

    “Miríade”? E se fosse ao dicionário ver o que quer dizer? Não me parece que seja a palavra que queria, pois não?

  17. Rui Soares says:

    Todos os fracos encontram desculpas para a sua incapacidade de sair do laxismo a que se submetem

  18. Luis Oliveira says:

    Não é só ter dinheiro para o capital inicial. Muito mais importante do que isso é ter dinheiro que se pode perder. Não dá desta vez, dá duma próxima e assim pode-se ir tentando e é fácil ser empreendedor.
    Para os jovens também é importante ter uma rede em casa. Quem não tem dinheiro e não tem papás a segurar-nos não pode aventurar-se. Quem tem papás que nos deixam tentar 10 vezes sem dar frutos pode empreender sem ter medo.

  19. Pedro Andrade says:

    Renato, agora no 5 dias divulgam actividades que teem lugar em sitios como o Instituto Justica e Paz? O evento que é publicitado no post do dia 3 de Junho pelo Tiago Saraiva realiza-se naquele que é o instituto por excelencia da Opus Dei no universo universitário de Coimbra.

    • Pedro Andrade, o Justiça e Paz é capaz de ser isso tudo, não sei, mas sei que cedem espaços sem critérios políticos e no meu tempo à borla. Lá reuniu umas quantas vezes o MUDA, frente estudantil muito pouco católica, acredite.

  20. Alvaro says:

    Empreendedorismo ou não? É muito fácil responder: com pagamentos especiais por conta, segurança social e inúmeras obrigações legais (sede licenciada, licenciamento camarário, etc.) é impossível ser empreendedor sem depender de capital próprio já considerável ou capital alheio com as inevitáveis dependências que todos conhecemos.

    Quem é que se pode abalançar num negócio do zero sabendo de antemão que tem de cumprir com obrigações de curto-prazo, sobretudo financeiras, que asfixiam o resto?

    • Pelos vistos o jovem Martim. Continuamos é todos à espera de aprender a lição e, ora pois, o roteiro do seu empreendedorismo.

    • Miguel Cabrita says:

      O Pessoal que gosta do empreendedorismo esquece-se disto. Empreededorismo sim, levantar barreiras ao empresário não.

      É que à mulher de César não basta ser séria, tem que parcecer
      .

  21. reisept says:

    Quantos de vocês que criticam o SMN, o Martim e os patrões em geral têm empregos no privado? E desses quantos estão tão insatisfeitos com o seu emprego que criaram a sua empresa? E desses quantos é que pagam tanto dinheiro aos seus empregados que tem uma fila de pretendentes à porta? 0? -1?

  22. Natália Santos says:

    Muitas pessoas empreendedoras mas que não tinham dinheiro ou tinham pouco, ganharam a admiração dos outros, algumas enriqueceram, porque criaram qualquer coisa nova, diferente, que em princípio melhorou a vida de todos.
    Há pessoas que perseguem um sonho porque acreditam que são capazes. Na maior parte das vezes terão que ser ajudadas a concretizá-lo, mas o que conta é a força desse querer.
    “Doente de Novo, fui-me Deus, no grande rastro fulvo que me ardia” Mário Sá- Carneiro
    ( Já gora tudo isto tem pouco a ver com o Martim. Ele é só um ponto de partida.)

  23. Vítor Vieira says:

    nada como ver o que dizem os amigos da mãezinha do rapaz. http://oinsurgente.org/author/raf1973/

  24. Jose Augusto says:

    A esquerda marxista está horrorizada. Parece que percebeu agora o quanto é fácil fugir ao controle do poder confiscatório centralizado e fazer dinheiro, montando um negócio online. Até um miúdo de 16 anos o faz. Habituem-se os tempos são outros e o mundo mudou. O capital e o trabalho flui e move-se em tempo real à volta do mundo em apenas alguns segundos e à distância de um click.

  25. Maria José Peres says:

    Lê-se tanto “auto-convencimento” que parece transbordar conhecimento e é só ignorância.

  26. Comunista says:

    Você enlouqueceu. Você está a falar de um rapaz de 16 anos que se anda a desenrascar. Os pais ajudam? Sim? Ok. Que se lixe isso. O problema não está aí. Não é a pessoa que se desenrasca que deve ser chamada a responder pelo problema do ordenado mínimo mas os que fazem fortunas e influenciam as políticas do governo. Há muito comerciante que não é rico, paga o ordenado mínimo a um ou dois funcionários mas não leva para casa nenhuma fortuna – desenrasca-se.

    Se há manipulação no caso do Martim é por parte de outras agências. O seu esquerdismo nesta série de posts é patético e de facto merece escárneo. O seu problema é que você tem uma visão metafísica da realidade. Para si o conceito é um guarda-chuva de exemplos onde não há, entre estes, distinções de grau, de quantidade e qualidade: para si o Martim é igual ao homem que faz fortuna com uma fábrica no vietname a empregar pessoal a 1 dolar por dia, ou coisa que o valha.

  27. PS says:

    Com tanto empreendedorismo, ainda vamos todos ficar a trabalhar sozinhos! Que se acautelem as grandes empresas!

  28. Pingback: Não te preocupes, Martim! – Aventar

  29. kur says:

    Foda-se!O rapaz já não pode fazer pela vida e ,’inventar’ ser cigano pela internet?Assim,não é perseguido pela bófia por contrafação.eheheh,o espertalhão.Além disso,pq foi de olhão , pode vender esta genial e soberba invenção pq está patenteado.Isto é que é valor acrescentado,algo que lhe deve ter derretido os miolos,.Ah,ganda xico.

  30. J Esteves says:

    Reclama Renato Teixeira que o estado “criminaliza o mercado informal” — para depois, em coro com Raquel Varela, excomungar Martim pelo pecado da informalidade.

    É um dos principais tiques da Escola de Direito Café Central: insistência de que nada fique por legislar (mote/pânico moral: “X não está regulamentado!”); presunção/”garantia” de que a lei apenas terá on “bons” resultadosê adivinhados na reflexão à mesa do café; indignação quando chovem as consequências menos adivinhadas; mas sofreguidão em invocar a lei (e pedir as mesmas consequências) quando os alvos em mira ou a defesa de correligionários a tornam de novo conveniente.

    Não conheço o vosso alvo-a-abater Martim, mas quase nada é preciso conhecer do caso para aqui perceber a vossa postura. Mais do mesmo: confundir registo de marcas com registo de empresas; falar da necessidade de capital ignorando o que em alguns domínios se pode fazer com muito pouco à partida (a menos de extorsão e barreiras à entrada, impostas por leis elogiadas pelos mesmos); imitar defesa de pequenos negócios enquanto se faz auto de fé a quem os tenta; reclamar da miséria do salário mínimo enquanto se ataca quem, não esperando por emprego como quem espera pela chuva, tenta ‘fazer pela vida’ .

    Desonestidade intelectual ou inépcia de uma nova aristocracia? Em feudos académicos vi demasiado de ambas — e das suas consequências dramáticas — para achar qualquer das hipóteses menos daninha. Pena que as consequências não se limitem a esses feudos, com a corrosão a extravasar a academia. Tantas vezes sublinhando tradição de posturas anticlericais, acabaram afinal por formar não só um novo clero, mas também uma nova inquisição. Tantas vezes auto-nomeados representantes dos mais pobres, fazem-no frequentemente em defesa de privilégios adquiridos à sombra do estado. Tantas vezes alegados paladinos da liberdade, revelam-se afinal dos herdeiros mais fervorosos do autoritarismo e do corporativismo do Estado Novo.

    Do pouco que (apesar de tudo) conheço do terreno, sei que rapidamente este comentário será carimbado e arrumado como do clube oposto, seja ele qual for. Assim, para que conste: não conheço nennhum partido político português livre de praticantes fervorosos do acima.

    Resumo curtinho, para o caso de Renato Teixeira e Raquel Varela serem pessoas muito ocupadas:

    • Ocupadíssimos, naturalmente. O Martim pode fazer pela vida, não o deve é fazer com a soberba de quem, para lá das petas, até opina sobre como é “melhor” viver com o salário mínimo.

      • Anonimo says:

        Petas tem este artigo… Ja comentei em cima mas nao sai da moderacao:

        Relativamente aos menores poderem ser donos de empresas e abrir empresas:

        Podes esclarecer te no Codigo Civil, Titulo II das Relacoes Juridicas, Seccao I, Personalidade e Capacidade Juridica. Tens aqui o link para o decreto de lei: http://www.inr.pt/bibliopac/diplomas/dl_47344_66psing.htm

        O artigo 127 estipula que os maiores de 16 podem ter excepcao ‘a incapacidade de menores nos seguintes casos:

        1 – São excepcionalmente válidos, além de outros previstos na lei:
        a) Os actos de administração ou disposição de bens que o maior de dezasseis anos haja adquirido por seu trabalho;
        b) Os negócios jurídicos próprios da vida corrente do menor que, estando ao alcance da sua capacidade natural, só impliquem despesas, ou disposição de bens, de pequena importância;
        c) Os negócios jurídicos relativos à profissão, arte ou ofício que o menor tenha sido autorizado a exercer, ou os praticados no exercício dessa profissão, arte ou ofício.
        2 – Pelos actos relativos à profissão, arte ou ofício do menor e pelos actos praticados no exercício dessa profissão, arte ou ofício só respondem os bens de que o menor tiver a livre disposição.

        Adicionalmente, os artigos sobre tutela preveem a administracao de bems, propriedade e negocios do menor e finalmente ainda existe legislacao que rege a administracao de empresas em caso de herancas por um menor sem pais e tutores legais.

        Como podes constatar a lei preve a titularidade de empresas por menores. Isto aliado ao facto de a maioria das empresas so registrarem as marcas quando o negocio faz sentido (devido aos custos obvios), o que e’ perfeitamente legal, esvazia em muito o conteudo deste artigo e sinceramente tambem a tua credibilidade como jornalista.

        Espero que o corrijas

      • J Esteves says:

        Crime de opinião, portanto. E, certamente, de lesa-majestade contra Raquel Varela.

        De desonestidade intelectual estamos conversados quando numa mesma frase se queixa de “petas” mas omite o termo de comparação do “melhor” — como se Martim tivesse enaltecido pobreza.

  31. Pingback: Descubra o liberal que há em si | O Insurgente

  32. jcnf76 says:

    É divertido ver tanto neo liberal com pretensões ideológicas, criticar a falibilidade ideológica alheia, quando não conseguem sequer desconstruir o discurso preparado que lhes foi dado à boca. Quem não tem argumentos dedica-se a pormenores e fecha os olhos ao que está em questão, e o que está em questão são duas visões sobre a sociedade, e sobre as pessoas, a saber, deve um comunidade humana ser ordenada sobre uma ideia (entre outras) de economia, e se os preguiçosos, os não empreendedores, têm direito à vida, ou têm de ser forçados a trabalhar como os mais ‘solícitos’. Onde está a sempre implícita referência ao totalitarismo? nos malandros dos comunas ou nos apóstolos do trabalho?

  33. Miguel Zenha says:

    Triste comentário de um triste que tristemente escreve num blog triste. Gente cinzenta, estes renatos, raqueis e quejandos. Mas perigosa. Ainda há gente que acredita nestas patranhas.
    O resultado deste tipo de ideias políticas e económicas é conhecido: escassez de bens essenciais, pobreza, perda crescente de Liberdade. Mais pobreza. Policia política. Totalitarismo. É isto que esta gente que escrevinha neste blog quer que aconteça em Portugal.

    • Acho que não anda atento ao país onde vive: “escassez de bens essenciais, pobreza, perda crescente de Liberdade. Mais pobreza. Policia política. Totalitarismo” É que isso é o retrato para onde caminhamos, e é à conta de outro tipo de gente perigosa.

      • O_Costa says:

        Como diria um camarada seu já morto “olhe que não”…

      • De says:

        Mais uma manifestação (pouco abonatória) dos dotes analíticos do Costa.
        De facto Portugal está mergulhado na pior crise desde há muito.A saque por parte da máfia governativa, sob a batuta ou sob a pata da troika que serve ao mesmo tempo de motor e de álibi para o terrorismo social a que assistimos

      • Miguel Zenha says:

        Ando atento, é impossível não andar, mas a lente pela qual vejo a realidade não está impregnada de cogumelos mágicos soviéticos. Aqui neste blog os alucinogéneos são dos potentes.
        A crise actual é, como todas, multifactorial. O problema é que não há nada do que se escrevinhe por estas bandas que ajude a compreender as suas causas reais, e muito menos a tentar começar a resolvê-la. Isto na parte que depende de Portugal. Mas é uma experiência interessante, apesar de perturbadora, ler até que ponto se continua a acreditar fervorosamente nas patranhas marxianas – é mesmo de propósito – e keynesianas do costume, ou nem esta segunda, porque renatos, raqueis e quejandos acreditam que não é preciso criar riqueza para a poder distribuir, que esta vem do Estado, e que o VGaspar é o conde Drácula.

        Enfim. Alucinogéneos dos potentes, é o que é.

      • De says:

        Anda atento Miguel Z.
        E ? O que nós temos a ver com a atenção do Miguel assente em cogumelos mágicos soviéticos ou doutra nacionalidade qualquer?
        Ó Miguel vossemecê é afinal um doutrinador mor de fungos de uma determinada espécie.Parece que vossemecê precisa de escrevinhar mais nas suas bandas à procura das causas reais, se bem que estas causas já tivessem bem melhores dias.
        Miguel Z. é assim um patranhador-mor., um quejando real em busca do conde drácula, candidato a um tacho qualquer da nova classe de tachos patrocinados por aquele canalha do Gaspar?
        Ou será aparentado com aquele fungo idiota que dá pelo nome de Helder Rosalino que choraminga numa entrevista a uma das vozes do dono “que o país está a ser injusto com Vitor Gaspar acrescentando ( é favor não rir ,nem praguejar) que este canalha em questão está a “fazer trabalho patriótico”?

      • Miguel Zenha says:

        Ando atento à realidade nacional e internacional, dê, mas percebeste tudo ao contrário, os cogumelos alucinogénicos são mesmo o que tu e o resto da cambada ingerem antes de escrevinhar neste blog. E tu és dos que comes mais, já se está a ver, pelos uivos que gritas à lua enquanto bates com a cabeça na parede e tiras macacos do nariz e pensas no próximo comentário infeliz ou post miserável.

        Ainda haverei de conseguir arranjar um esquerdóide que consiga argumentar, debater, refutar ideias sem começar logo com a estratégia do costume – ataques pessoais, desvalorização à priori da argumentação contrária, apropriação indevida e abusiva da ideia de Bem comum. Não foi hoje, e tu só és mais básico do que é costume, e se não dá para argumentar, para mim também serve rir-me à tua custa, fica mais barato do que ir ao circo.

      • De says:

        Mais uma vez se vê que a escola onde proliferam estes neoliberais se pauta por alguma falta de educação.

        Passemos ao substracto “da coisa”, pouco substantiva por sinal.
        -Os uivos com que o miguel z. insiste em adornar o seu comentário estarão directamente relacionados com o facto de ter levado um bom puxão de orelhas pelo tom de basofias à gaspar com que se andou a pavonear?

        -“bates com a cabeça na parede e tiras macacos do nariz e pensas no próximo comentário infeliz ou post miserável.” …eis a que se resume o comentário de um coitado que ainda tem a lata de falar em “ataques pessoais” 🙂

        -Ainda “haverei” ainda…não é só má educação que pontifica nas pequenas escolas onde pontificam estas pequenas coisas

      • Miguel Zenha says:

        A receita que por aqui se prescreve só tornaria tudo muitíssimo pior. Que se lixe a Troika? Muito bem. Como é que o País se financia a seguir ? Salário mínimo mais elevado? Era bom. Como se consegue isso, por decreto? Canetada ministerial? Bem me parecia. O que se vê repetidamente aqui é uma total incompreensão da realidade económica e da sua relação com a política. A ocupação gramschiana do espaço cultural e mediático levada a cabo por Cunhal e banditagem quejanda resultou, deixou descendência. Mesmo com o que a História nos mostrou. Mesmo com a queda do Muro, com a implosão da USoviética, com a decadência miserável de Cuba, com a fome que mata na Coreia comunista. A outra Coreia tem a Samsung, que rivaliza com a Apple que faz os iPads que as raqueis já não se importam de comprar mesmo que tenham sido produzidos através da exploração do proletariado chinês, mas as t-shirtes do Martim, esse aldrabão, é que não …
        Mas será que me conseguem dar uma definição ainda melhor de hipocrisia, ou levo a taça ?

      • De says:

        Mas Miguel Z abandona o traje de mágico, despe o fato de propagandista atento e senil e converte-se em cozinheiro especialista de receitas avulsas.
        Parte em desfilada pelos desfiladeiros das finanças do país,qual vero salazarento personagem,verbera quem não toma as mesmas “compressões” da realidade económica, qual vero salazarento personagem, tenta mostrar que não é um analfabeto vendedor de marketing de banha da cobra soletrando quase o nome de Gramsci e tenta fazer o papel para que se propôs, a saber, ser um vero salazarento personagem a debitar a história mal contada dos trovadores do fim-da-história
        Parece que ele reivindica uma taça que é a da hipocrisia.Poder-se-ia dar ao pequeno propagandista essa taça,se bem que outras seriam bem mais apropriadas.Entretanto não deixa de ser divertido o enorme esforço do coitado para afirmar e reafirmar o que (segundo ele) a História já mostrou.
        Ó Miguel vossemecê tem a certeza? Essas tremuras e esse pequeno fio de baba que se adivinham ao canto da boca não indiciam outra coisa?

      • Miguel Zenha says:

        Percebeste tudo ao contrário, dêê. Outra vez. Podias experimentar antes comer chocapic do Lidl, mas insistes nos cogumelos. Argumentos, mais uma vez, nem um. Só mais uma tentativa – falhada – de ser engraçado, tentativa onanista de colar o nome de Salazar ao post…bocejo…enfim. Aliás, Salazar deve ser o sonho mais húmido desta gente, qualquer pessoa que discorde da litania que se vomita por aqui é logo apelidada de salazarenta várias vezes.

        Salazar era um estatista, logo eu nunca poderia defender ou falar com nostalgia do Estado Novo, porque suprimiu a Liberdade em várias formas. Mas mesmo assim – tenho que te dar um osso para roeres – um regime sob Cunhal seria muitíssimo pior, com ainda menos Liberdade e maior pobreza, do que a ditadura do Toninho. Que chegou ao poder como? Isso mesmo, podes limpar a baba raivosa do queixo e responder que eu deixo-te brilhar: ” Para equilibrar as contas públicas!”. Familiar? Não? Larga os cogumelos…

      • De says:

        Zanha.
        Ao contrário? Mas vossemecê não percebeu que apenas coloquei na devida perspectiva os “argumentos” arriados pelo zanha no seu breve comentário?
        Não quer que fale na banditagem ou na Samsung ou na Apple como argumentário para algo,pois não?
        Lol
        O fio de baba ao canto da boca do zanha aí está agora a correr mais fluentemente O tempo utilizado a falar de Álvaro Cunhal é apenas o imposto que qualquer salazarento personagem paga, quando lhe mexem um pouco na estrutura cartilagínea que constitui o seu esqueleto principal.
        Dos cogumelos já talámos, quando abordámos o tema dos fungos. Parece que zanha não percebeu na altura….

    • De says:

      Não sei se Miguel Z escreve ou não num blog triste e se é cinzento,amarelo ,cor-de-rosa, laranja ou pardo ao lusco-fusco
      Se é perigoso?Isso não sei ,mas é alguém que decididamente opta pelo outro lado da barricada, ao lado dos que exploram. Tem da Humanidade o conceito de uma coutada em que livremente se podem banquetear os mandadores sem lei.Mantém o perfil neoliberal típico de alguém que ,escrevendo a palavra liberdade com letra inicial maiúscula, procura cercear de facto as liberdades política,social,económica e cultural.

      Fala o pobre em totalitarismo e perda crescente da liberdade e pobreza e polícia política.O coitado definiu grosso modo o modelo levado a cabo por Pinochet sob a batuta de um bandalho neoliberal de nome Friedman.
      Ele coloca-se ( e faz jus à classe a que pertence) do outro lado da trincheira.
      Sorry Miguel mas vossemecê pertence mesmo à quadrilha que nos governa

      • Miguel Zenha says:

        Opto pelo lado dos que defendem a Liberdade, nunca pelo lados dos estatistas como os que nos governam, mas mil vezes primeiros esses, até mil vezes primeiro os xuxas que aceleraram a nossa desgraça colectiva, do que pelo lado de gente tola como este dê e quejanda tropa fandanga – com as vossas ideias no poder, em qualquer lado e em qualquer tempo, o resultado é só um: Totalitarismo. Neste caso de esquerda, mas é igual. Vocês são iguais, excepção feita ao racismo e à xenofobia, aos nazistas. Leste bem, dêê. Iguais. Estatistas extremos.

        Eu estou do lado do individualismo como a única forma verdadeira de estar do lado da Humanidade. Eu sei que é demais para a tua cabeça cheia de droga, mas é isto.

      • De says:

        Lol.
        Que algaraviada extrema esta, a traduzir somente tão pungente desespero.
        Lol.

        Individualismo?ó zanha mas vossemecê pode ser o que quiser.Não pode é ser e fazer propaganda ao nazismo e ao fascismo.Pelo menos de forma directa.Valeu?
        (Porque essa de colocar o umbigo ao lago da Humanidade…Ó zanha e nunca se desmancharam a rir diante desse seu marketing tão desconchavado?)

        Ao que parece a fina flor dos neoliberais sob as patas daquele ente sinistro de nome friedman ( conhecem?um dos papas do neoliberalismo?) acobertou-se debaixo do estado concentracionário e fascista de Pinochet.De repente fugiram para debaixo do tapete sujo de sangue todos os pruridos sobre o estado e demais baboseiras que esta tropa fandanga anda a pregar.

      • Akula says:

        Mas alguém está a defender Pinochet? Então e Estaline? Será que só vês extremos?

      • De says:

        A ignorância tem muitas vestes e quando aparece também com o sotaque típico dos snobes a que lhes falta uma educação mínima, fica-se com pouca paciência para lhes dar um mínimo de atenção
        Se akula não percebe que falamos no neoliberalismo e que há um fio condutor directo entre este,,friedman e pinochet é porque precisa de fazer mais um esforço para.
        Mais claro é difícil.
        Bora lá sair da sua zona de conforto,valeu?

      • Akula says:

        “A ignorância tem muitas vestes e quando aparece também com o sotaque típico dos snobes a que lhes falta uma educação mínima, fica-se com pouca paciência para lhes dar um mínimo de atenção”

        Quase que me afundaste com esta!!!

        Desculpa lá, mas és sempre tão emotivo a responder? Deixa a linguagem planfletária, para os comícios partidários. A ligeireza com que apelidas de ignorante quem tem uma opinião diferente da tua ou quem te apresenta argumentos sobre os quais não queres falar – a tua zona de conforto – é desconcertante, rude e não revela nada de substantivo.

        Eu não acredito no comunismo e discordo com Marx, mas reconheço que é o pai da politica moderna. Sem ele não haveria Social-Democracia (não o PSD) e a Democracia Cristã. Pessoalmente, acho a Social-Democracia de Eduard Bernstein a mais equilibrada. Onde o a riqueza gerada por um capitalismo regulado é distribuída para acabar com a pobreza. E se olhares para a Dinamarca, a Noruega, Suécia verás que não é impossível a sua aplicação.

        Volto a escrever, ninguém está a defender Pinochet. Foi um pulha, responsável por atrocidades e repressão no Chile. E enriqueceu, não por conta do seu trabalho, mas por vigarice. Ninguém que se diga democrata, defende ditadores; comunistas ou fascistas. Franco, Hitler, Mussolini, King Jong Il, Mao, Estaline, Ceausescu estão entre os nomes mais sangrentos da História, mas haverá sempre quem, por algum motivo pouco racional, os defenda. Não digo que os defendas, mas há quem o faça e defenda regimes como Cuba, a Coreia do Norte e a ex-URSS. Todavia, houve camaradas teus, como o respeitável, Óscar Rodrigues, que nunca o defenderam, mantendo a clareza e honestidade que tantas vezes falta ao Bernardino Soares…

        “Entre um comunista soviético e um comunista português há uma diferença enorme.” Óscar Rodrigues

      • De says:

        A sua opinião sobre a minha linguagem é uma questão particular sua,exclusivamente sua
        Se não consigo fazer-lhe compreender o que eu escrevo é, no entanto algo que já passa também por mim.
        Ora vejamos.Apontava eu ao Miguel Z. a questão do neoliberalismo.Tão só e directamente .E tão só e directamente que nesta perspectiva foquei as relações entre o neoliberalismo e o fascismo.E por causa disso é que falei de Friedman e de Pinochet (por esta ordem).
        Parece que não percebeu o que quis dizer com tal,porque no meio daquela espécie de “diálogo” com Miguel Z., você aparece com Estaline debaixo do braço.À qual se seguiu desta vez uma outra lista para abrilhantar a ocasião.
        Ora bem.Todos ao molho e fé em Deus,não obrigado.A parelha focada – Friedman-Pinochet – não a foi, tendo por base uma discussão feita de lugares-comuns e de profissões sacras sobre tudo e mais alguma coisa.
        A chamada de atenção prende-se com questões económicas objectivas.Os neoliberais da Escola de Chicago, participaram, activamente, na preparação do golpe de estado fascista de Pinochet, contra a Democracia no Chile, contra a Liberdade, contra os Direitos Humanos.«O Chile foi o primeiro país do mundo a adotar o neoliberalismo. As privatizações no Chile de Pinochet foram anteriores às da Grã-Bretanha de Thatcher Em 1973, quando o golpe militar derrubou Allende, o governo já assumiu com um plano econômico debaixo do braço. Esse documento era conhecido como “El ladrillo” e fora elaborado, secretamente, pelos economistas opositores do governo da Unidade Popular poucos meses antes do golpe de estado de 11 de setembro e estava nos gabinetes dos Generais golpistas vitoriosos, já no dia 12 de setembro de 1973.
        O General Augusto Pinochet se baseou em “El ladrillo” e na estreita colaboração de economistas chilenos, principalmente os graduados na Universidade de Chicago, os chamados Chicago Boys, para levar adiante sua reforma da economia.»

        A questão sobre a tal dupla é ainda mais funda do que aqui abordo,mas não é a altura.E não tem nada a ver com o tal “enriquecimento ilícito” de Pinochet (que também o teve)
        Fiz-me agora entender? É que eu apesar de tudo já o tinha tentado dizer e já o tinha até repetido, de forma pouco paciente confesso.

        Quanto às suas crenças pessoais,mais uma vez estas são uma questão exclusivamente sua.
        Daí que ,como também não me apetece dar mais uma de panfletário,mas sobretudo porque não alinho em operações de pesca em que sucessivamente se encadeiam coisas umas nas outras como “fuga” ao que está em debate( e pode até não ser o seu caso) me abstenho de comentar o Bernstein.Mas principalmente nem me debruçarei sobre a sua peculiar colecção de monstros e sobre a mistificação de juntar nomes,incluindo o de países, que assumem de facto características completamente diferentes.Porque aí tinha que ser também mais extenso, e tal discussão não se compadece com a brevidade do espaço.
        Uma discussão séria e rigorosa ,que respeite também as pequenas imprecisões,cometida, certamente por distracção ,quando atribui a frase que cita a outro que não ao seu verdadeiro autor, Óscar Lopes

      • De says:

        Mas há mais nas relações incestuosas e próximas entre o fascismo e o neoliberalismo:
        Já há muito que tem sido denunciada a ligação umbilical entre o liberalismo e o fascismo. “Num ensaio marcado pela sua característica lucidez, “O Combate ao Liberalismo na Concepção Totalitária do Estado”, Herbert Marcuse pôs a nu os laços que unem o liberalismo ao fascismo, mostrando que entre ambos não havia diferenças substanciais que justificassem a presumida oposição; um a um , Marcuse vai desmascarando as supostas diferenças. O fascismo a que Marcuse se refere é a sua variante germânica – o nazismo.” “Marcuse mostra que fundamentalmente os elementos do Estado totalitário nazista já estão presentes na práxis neoliberal – mesmo que em germe -, sem que houvesse sequer uma resistência ou a insistência liberal em se distinguir do Estado nazista, que estava em seu início no momento em que o artigo foi escrito(1934).(repito 1934) “Marcuse cita uma frase de Ludwig Von Mises, grande teórico do liberalismo, que disse que “o fascismo e todas as orientações ditatoriais semelhantes (…)salvaram na atualidade a formação civilizatória européia. O mérito por esta via adquirido pelo fascismo sobreviverá eternamente na história.”. Ludwig von Mises é um teórico defensor do liberalismo. ”
        Há mais

      • De says:

        As “estatísticas extremas” do Miguel pautam-se assim por algumas lições mal estudadas da historia. Compreende-se.Ele faz o seu papel e o seu papel é mesmo este.Manipular a história para servir os seus objectivos “individuais”…ao lado da inumana idade pois então.
        Mas no meio do seu palavreado e da sua profissão de fé sobre a sua (dele) posição no campo de batalha, sobressai algo que há muito já se sabia.
        ““Liberais e fascistas andaram de mãos dadas.Os liberais viam no fascismo uma saída contra aquilo que eles consideravam o verdadeiro perigo, que era o avanço do “marxismo-leninismo”, ou seja, o avanço de movimentos revolucionários dos trabalhadores em escala mundial a ameaçar a hegemonia burguesa.”

        “Os liberais sempre contaram com o apoio dos fascistas e os fascistas sempre contaram com o apoio dos liberais, desde que fosse conveniente para enfrentar aquilo que eles consideram o verdadeiro perigo, que é a ameaça aos seus interesses e a ameaça, em última instância, à propriedade privada. De braços dados eles caminham juntos, corrompem juntos, matam juntos – se for preciso.”
        Palavras de Gledson Sousa. Na mouche.
        Sorry Miguel Z

      • Helder says:

        É a opinião de Gledson Sousa, nada mais… E por falar de propriedade privada, até onde deve ir, na tua opinião, a propriedade privada? Porque é um conceito discutivel.

      • De says:

        Claro que é a opinião de .Como a opinião de muitos.
        Claro que o neoliberalismo exposto em toda a sua nudez dá pruridos a alguns.

        Quanto à propriedade privada:
        “Na realidade, o socialismo e o comunismo, defendem o fim da propriedade privada dos meios de produção. Ou seja, não é vedado a ninguém o direito de adquirir bens próprios desde que o faça com o produto do seu trabalho e que não use esses bens para explorar trabalho alheio.

        Isto significa que os bens de consumo, as casas, os carros, as bicicletas, e todo um vasto consumo de outros bens, podem de facto ser adquiridos e constituir propriedade privada. Todavia, as matérias-primas e os meios de produção devem ser colectivizados, na perspectiva comunista. É o capitalismo que impede a propriedade privada, através da constituição de monopólios cada vez mais vastos. A acumulação da propriedade privada (dos bens e dos meios de produção) num cada vez menor número de entidades, significa a espoliação real de propriedade de todos os restantes. Em última análise, a propriedade privada é mais diversificada e mais massificada no socialismo do que no capitalismo, em que o proprietário tende para um e a dimensão da propriedade privada para infinito”

      • Helder says:

        Agradeço a transcrição da definição, mas referia-me à realidade, não à utopia. A mim causa-me algum prurido o que se tem passado em Cuba e na Coreia. Enfim…

      • De says:

        “E por falar de propriedade privada, até onde deve ir, na tua opinião, a propriedade privada?”
        Uma pergunta.Uma resposta.
        Que agora a primeira seja convertida em “realidade” versus utopia é algo que me transcende por completo.
        A “minha” partilhada opinião.Necessariamente incompleta mas o suficiente para colocar alguns pontos nos is.

  34. Alcibíades says:

    Este é que é o verdadeiro Empreendedorismo que Renatos e restantes Produtores de Riqueza louvam:
    http://sic.sapo.pt/Programas/boatarde/2013/06/04/cozinho-para-estudar

    • De says:

      Não,não me parece que seja.
      Sabemos que Alcibíades tinha um problema com Sócrates.Agora por despeito fazer-se passar por (mau) entertainer televisivo é que parece demais

  35. PS says:

    Isto é mais um debate de sintaxe com ofensas na mistura do que de conteúdo. E por variadíssimas vezes se confundem os termos e as concepções que cada um tem destes. Depois há uma espécie de arrogância dominante nos discursos… Não seremos todos capazes de mais? Tudo por causa de um puto que começou a vender camisolas estampadas e uma fulana que fez uma pergunta.
    Alguém sabe o que é escuta activa ou os umbigos andam tão inchados que não deixam ver o chão que os pés pisam?
    E, sinceramente, já ando enjoado dessa mania de que temos que ser todos empreendedores e líderes e outros termos pomposos da moda. Temos é que nos fazer à vida e lutar por um país melhor para nós e para os nossos, e não andarmos para aqui a discutir a discussão.
    O que acontece à nossa volta também é da nossa responsabilidade.
    Cumprimentos a todos!

  36. Paulo Jorge dos Santos Ferreira says:

    Para não variar…mais um blog que mais parece uma passadeira de vaidades!

    “A melhor forma de um POVO se esquecer da carne é pô-lo a lutar pelos ossos!”

    Paulo Ferreira

    “Eles” agradecem.
    P.s. Claro que vai aparecer alguém a criticar o meu comentário e “Eles” vão continuar a agradecer…

    Paulo Ferreira

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