Filme de animação feito na RDA (aquele país perigosíssimo que sempre nos tentou vergar)

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13 Responses to Filme de animação feito na RDA (aquele país perigosíssimo que sempre nos tentou vergar)

  1. Camarro says:

    O tipo que tenta destruir o cravo está mesmo DEZPERADO. Não é para JG MENOS, já que aquela flor ainda causa alergia a muita gente…

  2. von says:

    Pois, aquele país que construiu aquele murito. Ninharias…

  3. Don Luka says:

    A RDA tinha uma organização muito simpática, a STASI. Eram agradáveis, muito prestáveis, e bastante dados a unir as famílias em funerais. Claro que podemos sempre fazer de conta. É tão mais bom, não é?

    • De says:

      Tão bom será um termo utilizado pelo Luca para apreciar as posturas discursivas de Varela e os conselhos paternalistico-machões de que gosta particularmente.É tao bom fazer de conta que, não é?Perdão.É tão mais bom…
      🙂

      Os erros são para serem enfrentados de frente, sem tibiezas e sem concessões.
      “Mas uma reabilitação muito mais do que parcial dos 70 anos de socialismo real acompanhará como condição necessária o ascenso do próximo movimento revolucionário.” (jean Salem)

      A burguesia alemã que ao longo da História tem recorrido sistematicamente ao militarismo, ao assassínio de democratas e revolucionários, ao trabalho escravo, inventou a industrialização da morte e o extermínio em massa nas câmaras de gás, pretende agora apresentar os acontecimentos de 1989-1990 que conduziram ao fim do socialismo e da República Democrática Alemã como um processo «revolucionário» ou «libertador» e aproveitar a ocasião para representar a farsa do seu «amor à democracia».

      As celebrações da «queda do muro» visam sobretudo camuflar o desastre da chamada «reunificação» da Alemanha que liquidou 30% da produção industrial da RDA, gerou um exército de desempregados, conduziu à emigração de centenas de milhares de pessoas e atirou com 7 milhões para um nível de vida inferior ao limite de pobreza enquanto 25.000 passaram a auferir rendimentos milionários..
      Prima puntata

  4. Juca says:

    Perigosíssimo não, que aquilo era um paraíso, eram aos milhares os alemães ocidentais que tentavam fugir para lá.

    • De says:

      Perigosíssimo para o Capital,sobretudo.
      “O responsável pelo departamento de economia do Deutsche Bank, Norberto Walter, afirmava que «depois do fim do socialismo na RDA chegou a vez de superar o socialismo no Ocidente», isto é, de liquidar as conquistas democráticas, sociais e civilizacionais obtidas pelos trabalhadores e os povos em duras lutas numa correlação de forças internacional que obrigava o imperialismo a conter a sua agressividade”
      Rui Paz.

      Na mouche.
      As leituras apressadas da história à moda do juca têm destas coisas.Resumem-se a panfletos propagandísticos e têm um objecttivo muito claro.
      Pois já vai sendo a altura de perguntar porque esta histeria toda?

      “A questão do balanço do período histórico iniciado com a Revolução Soviética e com a chegada de Lenine ao poder continua a estar manifestamente em aberto”

  5. Gentleman says:

    “(aquele país perigosíssimo que sempre nos tentou vergar)”

    Vergar-nos talvez não tenha tentado, mas vergou o seu povo durante 40 anos à custa de um estado policial que, por comparação, faz parecer o regime salazarista muito brando.

    Alguns dados para iluminar algumas mentes:
    – Os funcionário da Stasi, eram; 90987
    – Os informadores, eram; 300 mil

    O insuspeito Simon Wiesenthal, de Viena, o judeu que andou a caçar criminosos nazis durante mais de meio século afirmou:
    «A Stasi era muito, muito pior do que a Gestapo, se se considerar apenas
    a repressão sobre o próprio povo. A Gestapo tinha 40 mil funcionários a
    vigiar um país de 80 milhões, enquanto a Stasi empregava 92 mil para
    controlar apenas 17 milhões.»

    • De says:

      Não não passa.
      A javardice tem limites.A pulhice também.Gentleman parece que não tem.Um canalha a
      tentar limpar os nazis é um canalha proto -nazi.
      Voltaremos a este assunto

      • von says:

        Não seja míope intelectualmente: uma polícia política que restringe e reprime o povo é sempre uma polícia política, chame-se STASi ou PIDE. Seja coerente. Seja honesto. Não deixe a partidite roubar-lhe inteligência.

      • De says:

        Qual míope qual carapuça.Você leu o que está aí em cima escrito?
        Então deixe-se de armar em “Von” e seja no mínimo honesto.Seja coerente. Seja honesto. Não deixe a partidite roubar-lhe inteligência.
        Percebeu ou quer que eu seja mais explicito?

      • De says:

        Não se sabe se é desonestidade pura e dura, se é o acto reflexo de escrever antes de ler até ao fim.

    • De says:

      Comecemos por aqui:
      “O insuspeito Simon Wiesenthal”..
      .Insuspeito? insuspeito para si e para os objectivos que persegue.Vejamos o que diz essa perigosa fonte neo-comunista, a Wikipédia:
      “Wiesenthal wrote a number of books, some of which contain conflicting stories and tales, many of which were invented.[8][9] Several authors, including Segev[8] and British author Guy Walters,[9] feel that Wiesenthal’s autobiographies cannot be considered reliable sources of information about his life and activities. For example, Wiesenthal would describe two people fighting over one of the lists he had prepared of survivors of the Holocaust; the two look up and recognise each other and have a tearful reunion. In one account it is a man and wife,[122] and in another telling it is two brothers.[123] Wiesenthal’s memoirs variously claim he had spent time in as many as eleven concentration camps; the actual number was five.[124] A drawing he made in 1945 that he claimed was a scene he witnessed in Mauthausen had actually been sketched from photos that appeared in Life magazine that June.[125][126] He particularly over-emphasised his role in the capture of Eichmann, claiming that he prevented Veronika Eichmann from having her husband declared dead in 1947, when in fact the declaration was denied “at the instigation of the authorities.”[127] Wiesenthal said that he had retained his Eichmann file when he sent his research materials to Yad Vashem in 1952; in fact he sent all his materials there,[128] and it was his counterpart, Tuviah Friedman in Vienna, who had retained materials on Eichmann.[129] Isser Harel, director of the Mossad at the time, has stated that Wiesenthal had no role in the capture of Eichmann.[130][131]
      Walters found many inconsistencies among the three main biographies and between these books and historical documents. “His figure is a complex and important one … If there was a motive for his duplicity, it may well have been rooted in good intentions,” he said.[132] British journalist and editor of The Times Daniel Finkelstein agrees. He describes Walters’ research as “impeccable”, and reports that Ben Barkow of the Wiener Library supported the need to re-evaluate Wiesenthal’s contributions. Finkelstein remarks that “accepting that Wiesenthal was a showman and a braggart .”

      Não era preciso ir até lá.Bastava ler a frase citada do sujeito .Estava na fase do aldrabão manipulador.que procurava “iluminar certas mentes”

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