Cavaco Silva, um Presidente mínimo

Artigo 120.º
Definição
O Presidente da República representa envergonha a República Portuguesa, garante a independência nacional, a unidade do Estado e o regular funcionamento das instituições democráticas e é, por inerência, Comandante Supremo das Forças Armadas.

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16 Responses to Cavaco Silva, um Presidente mínimo

  1. Dezperado says:

    “Há médicos a receber incentivos para operar no horário normal

    Oftalmologista recebeu do Estado mais de um milhão e duzentos mil euros de forma indevida”

    • Antónimo says:

      Pois é, agora queixam-se dos resultados das leis laranja (e não só) que acarinharam os hospitais privados e prejudicaram os quadros dos hospitais públicos.

      • Dezperado says:

        Se se esforçar mais um pouco….ainda chega à conclusao que este medico é militante do PSD…..

    • De says:

      Curioso como já nem ousam defender o indefensável.
      Refugiam-se em casos de polícia.”Esquecem-se” que os verdadeiros escândalos residem nos que nos governam .
      Patético, mas não só.

      “É o capitalismo estúpido”

      • Dezperado says:

        Comuna, reduz-te à tua insignificancia.

      • De says:

        O problema é o seguinte.Perante a notícia em causa que classifica bem o grau de desespero ( desespero!) e de revanchismo do gaspar e da restante canalha, um desesperado dessperadamente atira com um caso de um médico ( um ? este tipo está mesmo desesperado).
        Para ver se cola.
        Ou para ver se varre para debaixo do tapete a pulhice dos seus correligionários.No fundo a trabalhar para a causa dos terroristas sociais.

        ” São os privados interesses estúpido”

  2. Dezperado says:

    DESPACHO
    Considerando que o Acórdão n.º 187/2013, do Tribunal Constitucional declarou a inconstitucionalidade com força obrigatória geral dos artigos 29.º, 31.º, 77.º e 117.º, da Lei n.º 66-B/2012, de 31 de dezembro Orçamento do Estado para 2013.
    Que aquele acórdão coloca sérias dificuldades no cumprimento dos objectivos a que Portugal está internacionalmente vinculado, e das metas orçamentais que tem de cumprir.
    Que, em consequência, se torna necessária a adopção de medidas que reforcem o controlo da execução orçamental e consequentemente de contenção da despesa do sector público administrativo e, bem assim, de adequação do Orçamento do Estado à nova realidade.
    Neste contexto, e até deliberação em sede de Conselho de Ministros em matéria de medidas de adequação do Orçamento do Estado a esta nova realidade e de reforço do controlo da execução orçamental, nomeadamente no que se refere à determinação de fundos disponíveis no âmbito de cada um dos Programas Orçamentais, determino o seguinte:
    1 – Os serviços do sector público administrativo, da administração central e da segurança social, bem como as entidades, que, independentemente da sua natureza e forma, tenham sido incluídas em cada subsector no âmbito do Sistema Europeu de Contas Nacionais e Regionais, nas últimas contas sectoriais publicadas pela autoridade estatística nacional, não podem, com exceção do agrupamento 01 “despesas com o pessoal”, do pagamento de custas judiciais e das decorrentes de contratos em execução cujo montante a pagar não pudesse ser determinado no momento em que foi celebrado, nomeadamente, por depender dos consumos a efetuar pela entidade adjudicante, assumir novos compromissos sem autorização prévia do Ministro de Estado e das Finanças.
    2 – A Direção-Geral do Orçamento (DGO) apenas pode autorizar os pedidos de libertação de créditos e as solicitações de transferências de fundos referentes às dotações referentes às situações excecionadas no número anterior, cujos compromissos tenham sido registados nos sistemas informáticos da DGO até à presente data, ou autorizados nos termos do presente despacho.
    3 – O presente despacho produz efeitos a partir da data da sua assinatura caducando com a deliberação do Conselho de Ministros que aprove limites aos fundos disponíveis no âmbito de cada um dos Programas Orçamentais.

    Experimentem ler o despacho sem as lentes vermelhas!

    • De says:

      Desesperado desperado procura ver nos outros “lentes”.
      Lentes vermelhas atribuídas provavelmente a perigosos comunistas. O primarismo tem destas coisas e sai pelos poros qual funiconário menor ou maior do dito gaspar.
      “É o trabalho estúpido”

      Alguém insuspeito como Pacheco Pereira:
      ” Pacheco Pereira defende que despacho de Gaspar justifica demissão do governo”
      http://www.ionline.pt/portugal/pacheco-pereira-defende-despacho-gaspar-justifica-demissao-governo

      Há mais,muito mais.

      • Dezperado says:

        Um comuna a citar Pacheco Pereira……ahahahahhaha…..tal é o desespero

      • De says:

        Desperado desesperadamente faz que pensa.E sai-lhe isto.
        Está equivocado.Por aqui não há Index Librorum Prohibitorum.Isso é para os neoliberais caceteiros
        Sorry desperado.A demissão do governo.”Oubiu” bem?

  3. nina luz says:

    será que poderíamos substituir ‘representa’ por ‘envergonha’…? é que a exactidão é sempre recomendável…

  4. Vítor Vieira says:

    Caro Tiago, pode riscar também a parte “Comandante Supremo das Forças Armadas” – afinal, não foi tido nem achado quanto ao novo Conceito Estratégico de Defesa Nacional: http://dre.pt/pdf1sdip/2013/04/06700/0198101995.pdf. Assim, fica só a vergonha. Ou melhor, a falta dela.

  5. Roteia says:

    A única solução digna seria a resignação deste presidente da República.
    Mas parece que tal exigência é para os portugueses um absoluto tabu,
    certamente motivados pelos táticos e velhacos tabus de Cavaco.

  6. maria says:

    …e não haverá forma de “despachar” o sr. silva???
    resignação não me parece pois teria de partir do proprio, situaçáo que me parece improvável… mas pô-lo na rua!? a Constituição não o prevê????

    • Roteia says:

      Se tivessemos uma pressão a sério para “despachar” o presidente,
      sabemos que ele não resignaria. Mas quem sabe, poderia invocar
      a saúde, a força anímica, ou qualquer outro motivo politicamente (in)correcto.

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