Direito de Resistência, a resposta necessária:

Comunicado do Reitor da Universidade de Lisboa

 

 

 

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7 Responses to Direito de Resistência, a resposta necessária:

  1. De says:

    Parabéns ao Reitor da Universidade de Lisboa.

    O direito à resistência.O país foi ocupado pela quadrilha ao serviço da troika e da revanche .É altura de sermos todos resistentes.
    Porque quem governa são foras-da-lei

  2. Bolota says:

    Há qualquer coisa neste Gaspar que roça o tarado, o maqueavelico, o demente. Estar sob a alçada de um demente se não fosse tão serio dava para rir. É como diz o Reitor, Gaspar fechou o pais.

  3. Durruti XXI says:

    Sempre um senhor…Depois daquele memorável discurso nas comemorações do 25 de abril, esperam-se sempre coisas muito boas deste grande cidadão português..
    Há que resistir a esta corja….

  4. ABSTENÇÃO, O DIREITO A RESISTIR!

    Será que aqueles que não votam o fazem por mera preguiça ou por estarem desacreditados deste modelo de democracia partidária?
    Eu acredito que pela segunda hipótese, no entanto, a verdade é que nunca viram um movimento que usasse a abstenção como um meio para atingir um fim, facto pelo qual parecem desinteressados dos destinos da nação.
    Mas, não é verdade, agora eles têm um propósito, a oportunidade de se servirem da abstenção como um meio para atingir um fim “DEMOCRACIA DIRECTA”
    Nas próximas legislativas, ao sairmos à rua pela mão deste movimento talvez mudemos de opinião ou tenhamos a certeza que afinal todo o abstencionista esperou anos por acção, esperou, acto eleitoral após acto eleitoral uma oportunidade para se manifestar e vejamos nessa altura o verdadeiro rosto da abstenção.
    Creio que o tempo se aproxima, que no dia das legislativas a abstenção sai à rua, terá rosto, propósito e não mais será silenciada com as meras justificações que quem não vota o faz por preferir o sofá ou a paria.
    Atrevo-me a dizer, que nesse dia são muitos os que votam para conquistarem um lugar durante uma legislatura no sofá ou na praia.
    Acredito, aquele que não votou, pode até preferir o sofá ou a praia nesse dia, porque labuta o ano inteiro, mesmo nos dais de descanso, enquanto que alguns apenas trabalham em campanha eleitoral para depois regressarem ao conforto do sofá durante a totalidade da legislatura, ao conforto de um lugar na Assembleia da republica, ao conforto de um cargo de nomeação, ao conforto dos interesses instalados que ano após ano sugam o trabalho dos portugueses.
    O POVO UNIDO NÃO PRECISA DE PARTIDO.
    Não votes neles, vamos julgar quem nos rouba.
    No dia das legislativas faremos a maior manifestação apartidária de sempre, exigiremos o fim deste sistema, somos a maioria.
    Seremos mais de 50% a dizer não a este modelo, queremos os culpados castigados pelo que nos fizeram, queremos conquistar o direito de votar fora das estruturas partidárias, os portugueses não confiam nos partidos.
    http://www.facebook.com/groups/queselixevotar

    • Camarro says:

      Esse paleio é o maior seguro de vida para aqueles que nos desgovernam há mais de trinta anos.

    • De says:

      Tretas.E não só
      Camarro numa frase expõe em toda a sua nudez o que sobra desta “espécie de propostas”.
      Como se alguém na noite em que são contados os votos, fosse contabilizar quem não votou, o numero de brancos ou o número de nulos para além das análises sociológicas habituais.
      George W. Bush foi eleito sem ter conquistado a maioria dos votos. O adversário democrata Al Gore teve 48,38% dos votos contra 47,87%.O poder daquele criminoso viu-se de alguma forma beliscado?
      Na última eleição presidencial Cavaco teve 52,95% dos votos expressos.A abstenção foi de 53,48%.Alguma consequência prática foi retirada daqui, para além do facto que temos um PR cúmplice até ao tutano com os terroristas sociais que nos governam?
      Uma manifestação após as eleições, com poderes para mudar a “legitimidade do voto” tão do agrado do poder, é uma falácia.Escudados nos números, o poder reforça a sua força.Os exemplos são por demais conhecidos para sequer perdermos tempo a enunciá-los.
      A questão fica em pé.O que se pretende com tais manobras?
      A desmobilização das forças que estão manifestamente descontentes com o rumo que as coisas estão a seguir, convocando-as para falsas soluções? Como já não há capacidade para defender os pulhas que nos governam, recorre-se a estratégias que afastam os que já não seguem o poder dominante,esquecendo-se que a horda de fiéis do poder apesar de diminuída, não tem pruridos em se manter unida para manter no poder os mesmíssimos de sempre?
      Mas há qualquer coisa de mais néscio nestas mensagens de spam que vamos lendo por aqui e por outros sítios.
      A história meio nojenta que parte do pressuposto que todos são iguais é velha,tem barbas e é precisamente utilizada por aqueles que estão interessados em que lá fiquem exactamente os mesmos.
      Há mais

  5. Ferreira says:

    É a corja que nos governa, é a corja que vota neles, é a corja que vive dos nossos impostos. Temos de acabar com o Estado e cada um deve viver do que ganha, pagar com o que ganha a saude e a educação e apenas devem existir serviços mínimos para os incapacitados físicos e mentais. Acabemos com as corjas que se alimentam de nós…

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