Miguel Relvas encontrou um homem à sua altura, isto é, debaixo do sapatos dos burgueses, que nunca mostram a cara, deixando-nos em vez da sua música clássica na mansão este espectáculo brega na televisão

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41 Responses to Miguel Relvas encontrou um homem à sua altura, isto é, debaixo do sapatos dos burgueses, que nunca mostram a cara, deixando-nos em vez da sua música clássica na mansão este espectáculo brega na televisão

  1. É só gente democrata. Cuidado.

  2. Paulo says:

    Conheço o moço….é meu vizinho. Um sujeito com talento para vender enciclopédias, sem dúvida. Meus Deus!….tirem-me deste filme….não pode ser verdade!….são ainda os resquícios do 1 de Abril?!!….O homem (o Relvas) ensandeceu de vez???!!!

  3. A.Silva says:

    Este tipo bem podia ser”pregador” numa dessas igrejas que por ai polulam, sei lá… a igreja do empreendedorismo do 7º dia, ou qualquer coisa parecida.

    Cambada de imbecis!

  4. João. says:

    É mais interessante a meu ver tentar não reagir com demasiada antipatia e começar por tomar a posição do moço como uma figura de verdade, ou seja, assumamos que o que ele propõe é de acordo com o que imediatamente se percebe como uma necessidade. Não é difícil, no imadiato concordar com moço, o que interessa é jogar o que ele propõe com…o que ele propõe, ou seja, em vez de simplesmente jogar a proposta dele num suposto mundo que estaria virgem à espera da semente do empreendedorismo, interessa antes de mais dobrar a proposta dele sobre si mesma.

    A meu ver só há dois pressupostos que podem dar corpo ao que ele propõe:
    – 1º) Ou a situação é infinitamente plástica e portanto dado o jeitinho certo todos serão capazes de criar valor para si mesmos; 2º)ou a situação não é infinitamente plástica e o que temos é uma competição em que, necessariamente, uns conseguirão e outros não.

    Quanto ao segunda, se é necessário que só alguns é que conseguirão não é possível garantir nada a ninguém; quanto à primeira, se a situação é infinitamente plástica então não há grande necessidade de um especial desenvolvimento da criação de valor uma vez que em todo o caso cada um conseguiria sempre adaptar a situação às suas necessidades. As pressuposições do discurso do moço oscilam entre o garantir tudo para todos e o não garantir nada para ninguém.

    Como as fronteiras do discurso são estas, assim tão amplas, não é difícil, com o talento que o moço tem, parecer uma espécie demiurgo onde as palavras correm parecendo tornar-se coisas e vemos mundos nascerem e prosperarem – enfim, estamos no domínio do imaginário. Embora o imaginário não seja a mera fantasia, há um papel criativo para o imaginário, ele é importante para suscitar o desejo que faz mover os homens e as mulheres; mas ao imaginário se contrapõem também o simbólico – o encontro com as resistências da polis – e o Real, de que no fundo dos discursos sobre as coisas, há as coisas enquanto são a diferença entre o discurso e o que nunca lá chega, ao discurso: ou seja, a diferença entre conhecimento e verdade.

    Então, a meu ver, não há mal nenhum no que o moço propõe, parece-me até que há sugestões muito interessantes para qualquer domínio de actividade, seja comercial seja até política; só não garante é nada a ninguém até porque garante tudo a todos.

  5. anjinho says:

    Já só faltava um Tino de Rãs-embaixador Pipocas,lançado pelo inefável’ Dr.’Relvas.Parabéns para o empreendedor na área da venda de pentes,ou da banha da cobra,arranjou uma sinecura do estado esbulhado pela pior gente(?) de q há memória.

  6. Paulo says:

    Oubelá, ó Joãoe, tu tens é que creditar, tás a ber, tudo o que te rodeia nom interessa, tuadas as condicionantes som completamente irrelebantes, tás a ber….o que é preciso é creditar…

    João, agora a sério: este tipo de discurso motivacionista da treta faz-me sempre lembrar os vendedores de “erva” de algumas décadas atrás……exatamente ao mesmo nível…

    P.S.: Não tenho nada contra as pronúncias regionais…bem pelo contrário. Não é por aí que o gato vai às filhoses.

  7. Bolotas says:

    Este bacano vai cair redondo é muito banha da cobra

    • anjinho says:

      Hãohe!Pois é.Entretanto baihe mamarehe da teta du istadohe.Arranjouhe um vomhe contracto.
      Baihe serhe o palhaço proxy do relbas,caralho.

  8. Fuas Rouquinho says:

    Gente desta, com esta banha de cobra, fazia sucesso pela Europa do norte no princípio dos anos 90. Estava o neoliberalismo a tentar manter os motores da economia em movimento quando eles começaram a fraquejar. Nessa altura, muitos destes conferencistas empanturraram-se de dinheiro, eram uma novidade, também dava gosto ouvi-los com todos aqueles americanismos do marketing. Hoje o que resta é só sucata. Mas o Gonçalves é jovem, talvez ainda se possa reciclar, ou com uns updates a coisa ainda vá. Garra não lhe falta, o que era preciso era que alguém lhe dissesse que está a tentar reanimar um cadáver. Não precisa de se matar tanto, o morto tem paciência.

  9. PT says:

    É claro que o que este gajo diz não pode cair bem junto dos subsídio-dependentes que estão sempre à espera de uma ajudinha que lhes caia no colo enquanto estão no bem-bom. Quantos dos que aqui comentaram contra as opiniões dele já criaram um posto de trabalho sequer? Já agora, dêem-se ao trabalho de pesquisar o que ele faz.

    • é engraçado porque é verdade says:

      eu uma vez grafitei uma montra do BPI.
      isso conta como criar um emprego?

    • anjinho says:

      Como é da PT,o que tem a dizer à redução da TSU e do IRC????Já agora,os bancos que foram à falência e,estão aí vivinhos da silva com a transferência da dívida dos banksters(PRIVADA!!!!,palhaço!)para Dívida PÚBLICA.Ainda a jigajoga dos empréstimos à banca sendo o BCE a emprestar aos estados, via esses mesmos bancos a 1%,que cobram ao estado 5-7%,sendo o estado avalista desses mesmos empréstimos.

      A criação dum posto de trabalho,é a criação duma ‘abelhinha’ a produzir mel para o gajo q mete o dedo no cu e cheira e,no fim se apropria do produto.

      Em 1 ano houve a DESTRUIÇÃO de 200 mil empregos!!!!É obra deste desgoverno para o Povo mas,um sucesso na via para desvalorizar os salários na senda de aumentar a taxa de lucro.Mas,concerteza que,o xor tem expectativas ao alcance de um palmo dos seus olhos.Não pense que a mama vai durar sempre,o petroleo nunca acaba e o Império não morre-…….

      • PT says:

        “A criação dum posto de trabalho,é a criação duma ‘abelhinha’ a produzir mel para o gajo q mete o dedo no cu e cheira e,no fim se apropria do produto.” Só nesta frase está todo um programa e toda uma ideologia… Afinal o capitalismo é a exploração do homem pelo seu semelhante e o que você defende é exactamente o seu contrário, não é?
        Vivam os zangãos, que esses sim, sabem o que é a vida!

    • Pimba says:

      Já me dei ao trabalho de pesquisar, e o que ele faz é falar. Só.
      Que emprego criou ele? Zero.
      Fala fala fala… e a perguntas simples de jornalistas diz NADA.

    • João says:

      Eu sei o que ele faz, vive à mama dos dinheiros estatais e europeus, sempre à cata de um nicho para o ninho. E, já agora, pergunte-lhe quanto paga aos “colaboradores”.

    • Paulo says:

      Por acaso comentei duas vezes e sempre trabalhei por minha conta….sem subsídios…
      Contudo nem tudo é negócio, ou é? Deve desaparecer a filosofia, a história, a cultura em geral, por “não dar dinheiro”? Um povo inculto tem algum futuro?…eu tenho a certeza que não. Este tipo de conversa fiada da “subsidiodependência” vem geralmente de gente tacanha e analfabeta funcional…..(sem ofensa)

    • Fuas Rouquinho says:

      Os maiores “subsídio-dependentes” que conheço são os banqueiros, grandes industriais e grandes comerciantes. Os subsídios são-lhes atribuídos pelo Estado através de apoios, cortes nos impostos, facilitando o acesso a mercados, servindo de fiador para créditos de investimento internacionais, etc., etc., etc. Mesmo para o aumento do salário mínimo, o patronato exige um subsídio através do corte nos impostos! Quanto ao treteiro no vídeo também ele é um subsídio-dependente. Quanto não valerá este bloco publicitário para a divulgação do seu nome e da sua banha? Na Europa e nos EUA, nos anos 90 do século passado, gente desta era depois de um programa na televisão convidada pelas empresas para vender criatividade, iniciativa, empreendedorismo e “fique- rico-em-três-segundos” aos pacotinhos. E os negócios cresceram que foi o fim do mundo. Os bancos deram créditos a torto e a direito, de qualquer maneira e à toa. Investiu-se às três pancadas, produziu-se até chegar co dedo e… o sistema engasgou-se. Onde conduziu tanto investimento estúpido lê-se todos os dias nos jornais: A velha e triste história do capitalismo. Os políticos ao serviço dos capitalistas que antes andaram a acarretar lenha para pôr, como diziam, todo o mundo rico, são os mesmos que agora fazem de bombeiros para salvar meia dúzia. Subsídio-dependentes é uma expressão de merda, que deve ser atirada antes de mais às trombas dos gangsters que nos conduziram a este atoleiro.

      • Raquel Varela says:

        “Subsídio-dependentes é uma expressão de merda, que deve ser atirada antes de mais às trombas dos gangsters que nos conduziram a este atoleiro”
        Justamente não estamos num Esatdo liberal ou neoliberal mas um Estado que executa a trsnferências de recursos do Trabalho para o Capital. Um Estado com mão pesada e não livre mercado!

      • Não estamos? Estamos, estamos. Democracia já era, políticas de direita já eram, liberdade já era. Estado de direito também não existe, e a constituição para além de ter sido mexida remexida, não conta para nada pois os tribunais são da conta do capital, e temos por cá um governo que vai além da Troika e temos a Troika, portanto. Liberdade, Democracia, e constituição é só para o Zé nabo do Zé Povinho ter na ilusão e na mente.

      • anjinho says:

        Sim.Uma ditadura burguesa de fachada democrática

      • PT says:

        Estarei a ver mal ou está aqui implícita uma apologia do libertarianismo/minarquismo???
        Nunca pensei ver isto neste blog… 🙂

  10. Caxineiro says:

    um autentico pastor.
    Eu conheço estes gajos de os ver nas feiras aqui no norte
    Até o Relvas conseguiam vender
    (a senhora doutora Fátima olha-o com tanto enlevo que até me leva a pensar se será discípula do gajo)

  11. J Alvarado says:

    A minha experiência de vida ensinou-me que este tipo de heróis temerários são sempre muito perigosos.
    Quando estive na tropa em África fugia destes “valentões” , porque sabia se estivesse perto deles tinha que carregar com um cadáver ou com um ferido desesperado aos berros, mesmo por muito pequeno que fosse o ferimento.
    São pessoas que agem por instinto, não sabem raciocinar, e quando a situação lhes é adversa são os primeiros a desistir.

    Porque se o alienado soubesse as causas do desemprego não largava este chorrilho de asneiras. O Relvas hoje provou que é outro piroso do mesmo nível.
    Como disse o outro; sabe lá o que é a vida.

  12. Nuno Mateus says:

    É pá, mas o programa é de 2011. Se calhar o tipo agora já voa mais baixinho, ou já morreu, sei lá…

  13. Nuno Mateus says:

    Retiro o que disse no comentário anterior: só agora é que percebi que o fulano foi contratado pelo Relvas. Afinal está a voar é mais alto. Mas com um patrono destes, oxalá a queda assim também seja maior…

  14. anónimo says:

    Nós, os intelectuais, estamos muito acima desta gente.

    • xico says:

      Ó anónimo, você agora pôs o dedo na ferida e deve ter doído.

      • João says:

        vocês não percebem que o problema é o tipo pensar que é um intelectual, um filósofo? podia ser um fura-vidas e ficar quietinho no seu cantinho, poupando-se (e a nós) a estes espectáculos deprimentes. é isto um educador da juventude, um conferencista que anda pelas nossas escolas a mostrar o futuro? foda-se?
        ps – sei de que falo, na minha escola já esteve três vezes a montar a feira.

      • chukcha says:

        Patético!
        Que mais intelectual que o rapaz não havia, pela cidade dos arcebispos, ai não havia não. Nem que seja pelo “Insolito” (private joke) da participação na vida da Universidade, presumimos que seja pós-doutorado, pelo tempo que a frequentou. Se não podemos assegurar que ao que falta ao Dr. Relvas em tempo de estudo, sobeja a este artista, e ainda dá para conferirmos graus académicos ao anónimo e ao xico, se bem que devem ser fruto da mesma cepa e não necessitam da comunhão de tempos de estudo… alías a decada que se inicia em 97 e acaba em 2007, o rapaz passou-a a estudar no “Insolito” mundo da “erudição bracarense” e provavelmente terá contiuado após essa data, mas isso não sabemos, que entretanto tivemos que emigrar, e deixamos para trás o “insólito” bracarense.

        Agora, quanto ao essencial, bem,o essencial é, como muito bem já foi referido, o rapaz nada criou, sem ser um “show” para açambarcar os meus impostos, bem como os de todos os trabalhadores. Vive de financiamento público, projectos. Diz umas patacoadas, e ainda irá escrever um livro, sobre “empreendedorismo e enriquecimento rápido”, à custa da apropriação de fundos que a working class paga e que são desbaratados por estes governos a soldo da canlhice…

        Não, caros Xico e anónimo, não somos demasiado, nem sequer precisamos de de ser “intelectuais”, basta sermos alfabetizados e termos 2 neurónios para vêr a fraude a milhas… mas vocês vão sempre a tempo de seguir os conselhos do jovem attaché do relvas, e, os 4 em conjunto, tentar “criar algo de novo”, de perferência sem CONFISCAR os impostos do que verdadeiramente produzem riqueza, dos trabalhadores…

      • anónimo says:

        “de perferência sem CONFISCAR os impostos do que verdadeiramente produzem riqueza”
        Nem mais. Chega de subsídiar quem “vive de financiamento público” e de “projectos”.

      • PT says:

        Exactamente, Anónimo! Este pessoal é tão tapado que nem nota que está a argumentar contra si próprio…
        E não é por nada, mas para saber que o rapaz estava todos os dias no Insólito(casa de respeito e de cultura, que patrocinou muito “artista” que não dava uma para a caixa) era preciso também lá ter estado. Mas pelos vistos, a crítica da noite bracarense pára por aí, sem sequer referir pelo menos outra casa de fino recorte e berço de muito pensador e artista underground, que era o saudoso Deslize. Se calhar o arcaboiço “cóltural” do crítico não dará para tanto, penso eu de que.

    • NM says:

      Ó anónimo, mas você e o Gonçalves não são intelectuais, são apenas broncos. E é precisamente por acharem que estão acima dos outros que um dia destes vão dar um grande trambolhão. Percebeu?

      • Capitão says:

        NO MEU TEMPO, EXISTIA UM VENDEDOR DA BANHA DA COBRA QUE TRAZIA UMA CABRA QUE SE IMPINAVA NUM GARGALO DE UMA GARRAFA, E ERA SEMPRE DE GRANDE ATENÇÃO PELO POVO, ENQUANTO DURAVA O ESPECTÁCULO . AQUI RESTA SABER QUEM É A CABRA E O APRESENTADOR.Isto neste tempo é deprimente.

  15. Zé Povinho says:

    No entanto não deixa de ser verdade que há falta de empreendedorismo em Portugal. A melhor prova disso é não haver ninguém que promova um olho à belenenses nesse Miguel Gonçalves…!

  16. Rainha das Bichas do Chiado says:

    O garoto é demasiado franzino. Está magrito, coitado. E o cabelito está a ficar fraquinho. Tem uma coisa gira de se ver, a barbinha é escura e bem rija. Bom sinal para outros atributos do homem. Na volta ainda fica mais fraquinho e com queda de cabelo. É que aquilo no Governo é só dores de cabeça e excesso de trabalho. Não é por acaso que o PM está com o cabelo mais oleoso e fraco, e o Álvaro está mais careca. Só ainda não percebi qual é o segredo de Paulo Portas para manter a imagem imutável há anos. Talvez não faça mesmo nada…

  17. Pimba says:

    Este caramelo pouco doce diz que foi ao Vale do Silicone e comeu no mesmo Merdonald’s onde ia o Bill Gates, e agora dá palestras sobre empreendedorismo. Ui que máximo!
    Ganhou conhecimento por osmose, tal como o Relvas que o contratou.

    Quando estive em Helsínquia estive a comer no mesmo restaurante onde duas mesas ao lado comia o bicampeão de Fórmula 1 Mikka Hakkinen. No mesmo dia, à mesma hora!
    Começarei entäo a dar palestras de como ser piloto de corridas para ganhar a vida!

  18. Pingback: A relvificação | pecados divinos

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