O contra-ataque não se teme, se toda a gente se juntar | HOJE | Manifestação da Administração Pública às 15h no Marquês de Pombal | Manifestação relâmpago às 19h em S. Bento.

[manifestação relâmpago]

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26 Responses to O contra-ataque não se teme, se toda a gente se juntar | HOJE | Manifestação da Administração Pública às 15h no Marquês de Pombal | Manifestação relâmpago às 19h em S. Bento.

  1. JgMenos says:

    Vamos continuar com essa de defender todos acomodados? Até quando?
    Os priveligiados de uma função pública enxameada de todas as inutilidades e mordomias que os políticos se dedicaram a imaginar ao longo de décadas; será que que se imaginam a que lhes venha a tocar um lugarzinho desses?
    A contestação acrítica é uma contestação derrotada.

    • Zé trolha says:

      Caro jgmenos, quer que eu o mande ou você vai sozinho? Eu, enquanto trabalhador da administração local (neste momento no metro a caminho da manif) ganho pouco mais do que 600. Sou um previligiado? Só se for por ter uma esmola ao fim do mês, enquanto o sítio em que trabalho não for privatizado, e aí que sofre sou eu e VOCÊ! A media salarial do sector local é de 920 euros, já com os muitos técnicos superiores. Mas quanto acha que ganha um pedreiro, calceteiro, continua de escola, aquele pessoal que faz com que você tenha algum bem estar na sua cidade? Não emprenhe pelos ouvidos por favor

      • JgMenos says:

        Não estava a pensar em si – que não conheço – mas também falava para si.
        São centenas de milhar de funcionários,e muitos deles não podem ser despedidos por inúteis que sejam os serviços em que os empregam.
        E quando os defende a todos está a olhar para o umbigo, e a defender a pele, porque há muita inutilidade e muito incompetente.
        Ao seu lado o trabalhador da fábrica vai para o desemprego logo que o patrão não tem dinheiro para pagar – o que nada tem a ver com justiça mas com economia!
        Os funcionários públicos são excepção por alma de quem? São de 1ª ou são os políticos a defender os correlegionários que lá meteram?

      • De says:

        “O desemprego nada tem a ver com justiça mas com economia!”
        (com ponto de exclamação)
        Ora aí está todo um programa ideológico.A mole imensa de desempregados que cresce por essa Europa fora sobretudo na sua periferia, é fruto afinal de um modelo económico. Pelos vistos não serve,
        A concentração da riqueza num punhado de mãos, enquanto se espalham a fome e a miséria em que assenta este modelo económico é algo que tem que ser contestado de frente e por todos os processos.A Humanidade não pode singrar,sangrando-se desta forma.”Bacocamente” alguns dizem que “é apenas a economia”
        Afundemos este modelo económico e resgatemos a luminosidade duma sociedade sem explorados nem exploradores.

        Uma ultima nota.
        “Opõem-se trabalhadores com emprego e contratação colectiva a desempregados e precários; pensionistas actuais aos futuros; grevistas que em última análise defendem os direitos de todos, aos utentes dos serviços. A situação de uns seria a causa das dificuldades dos outros. Colocam-se os que auferem 300 ou 400 euros mensais, contra os que recebem – a partir do que descontaram antes – 1 500 ou 2 000 euros (ilíquidos) e que o governo estipulou como ricos, mas escondem-se os perdões fiscais aos multimilionários rendimentos dos oligarcas e seus serventuários.
        O populismo procura colocar pobres e desempregados contra outros pobres e outros desempregados. O seu objectivo é a divisão dos trabalhadores, assumido que a exploração é feita pelo colega que “trabalha menos, mas ganha o mesmo”, que desemprego é causado pelos direitos laborais, pelos “altos custos salariais” e pelos emigrantes. Enquanto isto, a oligarquia dominante absorve em seu benefício cada vez maiores fatias da riqueza nacional, perante o silêncio cúmplice da propaganda populista”
        http://www.odiario.info/?p=2791.

        Ontem um dos homens de mão da troika, salazarento personagem e admirador de Friedman e dos seus crimes, proclamava ” mais desemprego, mais recessões e mais rescisões.”
        O abismo como futuro não é futuro.Há que tomar nas nossas mãos o nosso destino, não perdoando a estes terroristas sociais que nos governam

      • JgMenos says:

        DE, nesta questão das repartições de riqueza acho injusto esquecer o generoso contributo internacionalista – nunca verdadeiramente contestado – que despachou dezenas de milhares de postos de trabalho para a ChÍndiaBanglaThai e outros destinos onde se vivia uma enorme miséria.
        Agora é de lá que há-de vir o capital – EDP, Sines, BolyGarve – que talvez nos venha a dar alguma oportunidade, se não nos invadirem entretanto.
        Mas cómodo mesmo é pegar nos cartapácios do sec.XIX e vociferar as tretas do costume, que têm clientela certa e fidelizada!

      • De says:

        Menos,por favor, não faça insinuações absurdas nem sobretudo tente misturar as coisas dessa forma demagógica e manipuladora:
        -O chamado ” generoso contributo internacionalista” nunca o foi.A deslocalização das empresas e das multinacionais para locais de mão-de-obra barata teve simplesmente a ver com a procura de mais lucros por parte daquelas.Sem quaisquer escrúpulos e duma forma quase obscena.”Os capitalistas intensificam a exploração do trabalho. De uma forma directa, por via do aumento dos ganhos de produtividade através da mecanização e/ou do aumento da intensidade de trabalho. De uma forma indirecta, com a importação de força de trabalho mais barata (imigração) ou exportação de capitais (deslocalização) para regiões com a força de trabalho mais barata (pondo as forças de trabalho em concorrência)”.
        – Quanto à repartição dos rendimentos talvez seja melhor, em vez de exprimir alguns slogans demagógicos e falsos e acusar outros de “vociferação das tretas do costume”:
        “Em 1976 a distribuição de rendimentos, ainda injusta e iníqua, dada a dimensão do corpo de beneficiários de cada um dos lados dessa balança, era de 50% para o Trabalho, 50% para o Capital.
        Hoje, 38 anos depois da tomada do poder pelo Capital, através das vestes e camuflagens partidárias de que se cobre – PS, PSD, CDS – os rendimentos distribuem-se da seguinte forma: 60% da riqueza nacional é distribuída sob a forma de juros, rendas e lucros e apenas 40% é distribuída como retribuição salarial.
        . Enquanto houver lucro de um patrão na miséria de milhares de trabalhadores, a pobreza será sempre o negócio principal, o core business, dos patrões”.
        (Citações de Pedro Carvalho e de Miguel Tiago)”

        A realidade é uma coisa tramada.As tretas do costume do poder dominante, a que procuram fidelizar uma clientela certa e acrítica, não passam

    • A.Silva says:

      Oh energúmeno, as unicas inutilidades que há na função pública são os criminosos teus amigos (infelizmente) eleitos pelo povo, porque a maioria dos trabalhadores são mais que competentes.

      Mas um dia as coisas mudam e mesmo um idiota como tu já presente isso.

    • De says:

      O que sabemos é que a função pública enxameada de todas as inutilidades e mordomias é a função pública dos boys e girls nomeados pelos partidos de direita para os altos cargos dirigentes e muitas vezes para os lugares a “ocupar” pelos afilhados da dita máfia.
      Há tempos a nomeação para director-geral de Veterinária, em termos efectivos, de Alexandre Nuno Vieira e Brito, um dos “rapazes” em serviço no CDS/PP, dois dias antes de tomar posse como secretário de Estado da Alimentação e Investigação Agro-Alimentar”, era bem vista por Menos que, naquele seu jeito de protector dos padrinhos, defendia as “clausulas de salvaguarda garantidas” do boy em exercício.O lugarzinho (para usar a mesma expressão de Menos) tinha que que “tocar” ao referido governante após a sua comissão de serviço à troika interna e externa.
      A disparidade de critérios associa-se assim a uma hipocrisia notável.E a um ódio de classe típico de quem nos “avisa” que as contestações como as que afrontam o poder nas ruas são “contestações derrotadas”.
      O medo da rua a sobrar entre as palavras condoídas de Menos.
      🙂

      • JgMenos says:

        Sempre se esquece que o dito cujo tinha concorrido ao lugar através de uma comissão de selecção ou coisa parecida, que existe e é suposto que seja independente.
        Só o Guterres ‘refugiou’ 60.000 na função pública, daí a sua acreditação na ONU!!!
        Quem não quiser ver que não veja!
        Tempos atrás a mulher de um meu conhecido estava deprimida por estar no desemprego; depois feliz por ter sido admitida na Segurança Social; depois com uma depressão por não a deixarem trabalhar – se o trabalho se fizesse normalmente notava-se que havia gente a mais e isso era de muito má colega – camaradas lutemos unidos até à derrota final é o mote dominante! Avante!

      • De says:

        Mais uma vez a tentativa de fazer chamar um conhecido da porteira do prédio onde habita o tio do primo.
        Parece um candidato laranja que um dia também falou num caso parecido e com os mesmos objectivos, a saber: a mesma manipulação e o mesmo babar ronceiro.
        Parece que não há responsáveis pelas admissões e pelas tarefas a desempenhar. Parece que o emprego é distribuído de acordo com o pretendido pelo trabalhador contratado.
        Parece que este país não tem sido governado pela direita mais ou menos liberal,mais ou menos caceteira desde há pelo menos 35 anos. E antes de Abril de 74 pela escumalha fascista.

        A tal comissão independente, ao que se julga, parece que só é independente quando nomeia um boy do PP?…e nem se enxerga com o escandaloso do caso que é a nomeação do boy, dois dias antes da sua nomeação como governante da direita e da troika?O lugarzinho assegurado depois do serviço sujo, ou a indemnização a caminho pelo facto de?
        Um nojo.

        O mote dominante de Menos parece ser assim a sua solidariedade com os pulhas que nos governam e que se governam .Enquanto tenta deitar o seu fel rancoroso sobre quem trabalha, alargando o seu alvo à totalidade dos trabalhadores.
        Velhos métodos e velhos processos usados pelos que defendem a ideologia dominante
        .
        Ah mesmo sentido o pesar de Menos pela derrota final que nos augura a todos.”Avante” diz o dito cujo.
        O medo da rua a sobrar entre as palavras condoídas de Menos. 🙂

      • JgMenos says:

        Delírium extremis…

      • De says:

        Só isso Menos?
        Ficou embuchado e só lhe sai isso?
        Entretanto ficámos hoje a saber mais algumas coisas de boys do PP ao serviço pessoal da Cristas:
        “A ministra Assunção Cristas nomeou dois ex-colegas de faculdade para altos cargos no Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, sem que estes tenham currículo nas áreas que vão dirigir”
        http://expresso.sapo.pt/assuncao-cristas-nomeia-colegas-sem-curriculo=f794095

        Escolhas pessoais da ministra…ou por outras palavras a tal comissãozita independente em acção.
        🙂

  2. Rocha says:

    Vamos ver se fazemos o mesmo no Porto. É preciso sair à rua.

  3. anónimo says:

    Demissão!?
    Sondagem: PSD é o único a subir nas intenções de voto (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=621400)

    • cuelho says:

      É um absurdo!A não ser q sejam atrasados mentais ou,estejam drogados.Ele há sondagens na quinta da marinha,em oeiras-onde os licenciados votam bovinamente e estupida/ num ladrão-na Portela de Sacavém,etc e tal….

      • anónimo says:

        Há muito descontentamento. Isso é evidente. Mas também há o reconhecimento de que não há alternativas políticas, e de que simplesmente afirmar “Fim da Austeridade”, “Demissão do Governo” e “Troika daqui para fora” não é resposta: é protesto. Demissão e depois?

        “Ainda entre a oposição, fustigada por uma queda generalizada nos votos, a CDU foi a força política que menos caiu (1%, para 12 por cento), ao passo que o Bloco de Esquerda foi a que mais perdeu – de 11 para 8 por cento.”
        Sondagem: PSD é o único a subir nas intenções de voto (http://diariodigital.sapo.pt/news.asp?id_news=621400)

        O País não se resume aos manifestantes do Terreiro do Paço, Avenida da Liberdade Avenida dos Aliados.

      • Tiago Mota Saraiva says:

        Anónimo, está a tratar uma sondagem como se duma eleição se tratasse. E, levando-a à letra poderá constatar que PSD e CDS não obtém nem 1/3 dos votos.
        Se acha que isso lhes dá legitimidade…

      • PT says:

        E os outros? Quem tem legitimidade? Se calhar é o PC, não?

      • anónimo says:

        Caro Tiago Mota Saraiva,
        Concordo consigo que não é uma sondagem que confere legitimidade a um governo.
        Mas já não sei se concordará comigo que manifestações de protesto (por muito grande que sejam) também não só não conferem legítimidade à oposição como não retiram legitimidade a um governo.
        É um facto obvio que existe um descontentamento generalizado na sociedade portuguesa e as manifestações são um sinal claro disso mesmo. Mas também me parece claro, e aí as sondagens parecem-me um bom indicador, que as alternativas propostas pelos partidos da oposição também não convencem os eleitores.
        Eu fui um defensor da decisão de Jorge Sampaio de fazer cair o governo de Santana Lopes, e na altura não havia manifestações na rua. Porquê:
        1) Porque era visível uma desagregação quer do próprio governo quer da maioria parlamentar que o apoiava;
        2) Porque era notório que havia na oposição uma alternativa que garantia (na medida do que é possível intuir a partir dos sinais como as sondagens) uma solução estável de governo.

        Ora actualmente nenhuma destas duas condições se verifica. Isso parece-me claro. Por isso só percebo a exigência da queda do Governo por acção do Presidente da República num quadro de rotura com o modelo de democracia liberal representativa. Presumo, pelo que leio neste blogue, que será essa a posição (legítima) do Tiago Mota Saraiva mas não tenho dúvidas que essa será uma posição muito minoritária na sociedade portuguesa.

      • De says:

        O bafo anti-democrático que transparece ( involuntariamente, claro) no meio das palavras do anónimo.Vejamos:
        -As sondagens não têm qualquer legitimidade.Mas são aqui chamadas à discussão para…se manipular a realidade e fazer crer que o PSD tem legitimidade .Legitimidade até conferida pelas referidas sondagens.Brilhante.
        -As sondagens que indicam que o governo é mau ou muito mau já não interessam.
        -Parece que as manifestações causam engulhos a muita gente.Deve ser do 14 de Julho e da tomada da Bastilha pelas massas populares que deu início ao fim de um mundo tenebroso.Ficou esse medo e esse atavismo?Mas não é que as ditas manifestações fazem parte (ainda) do mundo democrático em que nos movemos?
        -A mania (anti-democrática,convenhamos) de considerar que o voto popular não constitua sempre um boa resposta à crise é bem demonstrativa dos conceitos defendidos por alguns.O medo de eleições como aconteceu em Itália ,em que à revelia do voto, foi imposto um homem de mão dos mercados, profundamente comprometido com o sistema e com a troika.Tal sinsitro personagem foi escorraçado agora pelos votos.Só isto tornaram preciosas as eleições italianas.
        -As soluções cozinhadas em busca de “alternativas” são as preferidas por parte de quem defende estes jogos palacianos
        -A demagogia tem destas coisas.Quando caiu o governo de Santana Lopes havia algumas sondagens perfeitamente contraditórias entre si.Entretanto eis de novo a vinda do argumento das sondagens como justificativo para.
        -O medo da queda deste governo leva ao desnorte argumentativo.Parece que as sondagens são úteis afinal para aquilatar do estado das oposições.
        Antes era a questão da não existência de alternativas a este modelo económico de obediência cega e rafeira à troika.Foi o que se viu.Havia alternativas, outros alertaram para o caminho directo ao abismo.
        Agora é a questão do mal menor.Ou a questão da ausência de alternativas ao poder.Seria cómico se não fosse perigoso.
        -Porque o que se passa é que a cada dia que passa mais nos afundamos, há mais miséria,pobreza,fome,desemprego.E mais se regista a transferência do capital para as mãos de quem está na base da presente crise.Mais o futuro é negro.
        -E aí está o busílis.Por trás da conversa da treta está o desejo que se vá tão longe quanto possível na recuperação do 24 de Abril e na submissão total aos mercados.
        -O tal modelo da “democracia liberal representativa” (um modelo que agora não vamos aqui falar,mas que tem pano para mangas a sua discussão) parece que não é suficientemente amplo para permitir a queda de um governo que mentiu para lá chegar, que não cumpriu as suas promessas, que se vendeu à troika e que governa de rabo virado para os interesses do Capital?Ou que não permite aferir o descontentamento por meio de impressionantes manifestações de massas?.O tanas.E a história demonstra-o.Mais uma vez um exemplo deste modelo dentro das instituições, na Islândia.
        -A insatisfação popular com este governo cresce a cada dia que passa.Os terroristas sociais são apupados em cada sítio onde mostram a carantonha.As conversas de rua, as discussões nos empregos apontam sem margem para dúvidas ” a estima” que vai aumentando para com esta canalha que nos governa e a sua legião de rapazes e raparigas
        Ora aqui voltam as sondagens.Provavelmente “aparecidas” para tentar esconder a desagregação que habita já o coio do poder.
        E desta forma aproveitada por um anónimo às 3 e 17 pm de 15 de Março.

      • cavacoFantasiaPinhaletc says:

        Não há alternativas?????Daaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa.Dentro do capitalismo,não há alternativas-há alternâncias ps/psd!E,estes trabalham bem para os banksters-luis amado, dixit!

      • De says:

        O “contentamento” com sondagens da parte do anónimo é comovedor.Relevo à subida do partido dos que pretendem que “não há alternativa”.Silêncio completo sobre o facto de 77% dos referidos “sondados” considerar o governo mau ou muito mau
        A frase “oposição fustigada por uma queda generalizada de votos” diz tudo dos objectivos destas sondagens e da forma como os media ao serviço dos pulhas governamentais funcionam.
        Entretanto por mais que custe ao anónimo nem as sondagens são “botinhos” nem o país e resume às conferências de imprensa de um crápula maior
        O contentamento tem destas coisas.Por vezes é tanto que mesmo os funcionários menores têm dificuldade em perceber a diferença entre a propaganda folhetinesca e o descalabro presente

      • Antónimo says:

        Essa sondagem parece completamente encomendada, não faz sentido absolutamente nenhum, muito menos na altura em que foi feita. Um tipo anda na rua e nos transportes públicos e nos cafés e obviamente não acredita neste resultado do PSD..

  4. Zegna says:

    Saiam para rua e continuem a votar nos mesmos………..adianta de car………

  5. Zegna says:

    ” Sondagem: PSD é o único a subir nas intenções de voto” esta era a noticia do dia .

    estas ultimas sondagens revelam que sao manipuladas ou entao anda tudo tolo ……so pode.
    Mas alguem acredita nestas sondagens sinceramente?!

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