Quando mais a luta aquece, melhor se vê o que é o PS

Deputado socialista critica, em entrevista à Renascença, aqueles que têm apupado o primeiro-ministro e o Governo e defende que o Parlamento deve fazer um esforço para “utilizar uma linguagem menos extremista”.
Francisco Assis

«É inaceitável que um ministro seja impedido de falar»
Augusto Santos Silva

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5 Responses to Quando mais a luta aquece, melhor se vê o que é o PS

  1. Mário Machaqueiro says:

    Pois, isso é verdade. Mas não deveria ser motivo de regozijo ou de constatação triunfal. Porque sem o PS é impossível uma alternativa política ao governo actual que tenha hipótese de alcançar o poder executivo, isto é, que possa ganhar eleições. Já percebemos todos que o PCP e o BE, mesmo na perspectiva improvável de se entenderem para um programa eleitoral conjunto, não têm a mais pequena possibilidade de chegarem a um resultado que lhes permitisse formar governo com exclusão do PS. Portanto, temos aqui um enorme problema: os partidos genuinamente de esquerda não conseguem obter votos suficientes para governarem sozinhos e o PS, que teria de entrar forçosamente numa solução de poder à esquerda, insiste em ser um partido de direita. E como também não é previsível (a não ser em mentes alucinadas) que, no longo prazo, as mudanças de fundo possam vir de grandes movimentos revolucionários de massas – cujo programa, aliás, seria uma grande incógnita – a persistência de um PS encostado ao centro-direita é um factor de bloqueio para a construção de uma saída do quadro político actual. Não basta, creio eu, encolher os ombros e dizer: “Olha, lá está o PS de sempre”. Se, entretanto, me perguntarem como sair disto, confesso-vos que não sei…

    • De says:

      Mas a solução não pode passar nunca por deixar impunes tais atitudes por parte destes assises e silvas.
      Esta história tem-se repetido ao longo do tempo: a aliança objectiva do PS com a direita em todos os momentos-chave e o governar com a direita e para a direita,Carpe depois o PS aparentes mágoas quando a esquerda não lhes cauciona a governação neoliberal, ou puxa dos galões da “alternativa” nas pouco limpas campanhas eleitorais.Para em seguida repetir as mesmas políticas de direita e para a direita.
      Isto tem que ter um fim.E as coisas podem mudar mais do que alguns podem pensar.

      É bom dar destaque a estas declarações de responsáveis do PS.Permite lembrar o que é de facto este PS e de que massa é feita a sua clique dirigente.Com efeito
      “Quando mais a luta aquece, melhor se vê o que é o PS

      Ah, só mais uma coisa: o oportunismo político não pode condicionar a acção de quem pretende de facto uma outra sociedade

  2. fernando moreira saramago de almeida says:

    Claro que o povo só pode manifestar-se no dia das eleições quando os gajos precisam do seu voto, que os mesmos atraem com mentiras claras e evidentes e que isto é legitmidade democratica, se é isto a democracia, vamos entrar todos em desobediencia civil já, estes rapazes precisam de uma boa lição e este povo vai ser capaz de lha dar e entregar este País de volta ao seu povo.

  3. artur almeida says:

    O Augusto Santos Silva disse aquilo porque já passou pelo mesmo. Foi Vaiado várias vezes. Numa Delas replicou que não era Staline nem Alvaro Culhal

  4. Pingback: Eu cantei a Grândola | cinco dias

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