Beatriz Talegón, em Cascais, há poucos dias

“Me sorprende mucho cómo pretendemos remover la revolución desde un hotel de cinco estrellas en Cascais, llegando en coches de lujo. Me pregunto de verdad si nosotros podemos darle a los ciudadanos una respuesta cuando vosotros, líderes políticos, les decís que los entendéis, que sufrís porque somos socialistas. ¿De verdad sentimos ese dolor aquí dentro?, ¿de verdad podemos entender lo que estamos pidiendo al mundo desde un hotel de cinco estrellas?”

“Desgraciadamente, no hemos sido los socialistas del mundo los que hemos animado a la gente a salir a la calle ni a movilizarse, y lo que debería dolernos es que ellos están pidiendo democracia, están pidiendo libertad, están pidiendo fraternidad, están pidiendo una educación pública, una sanidad pública y nosotros no estamos ahí”.

“Vosotros, líderes, mal llamados líderes porque sois los responsables de lo que está pasando”.

“Luego os llenaréis la boca en vuestros discursos hablando del desempleo juvenil, de que os preocupan mucho los jóvenes: no os preocupamos en absoluto porque nos tenéis aquí y ni siquiera venís a preguntarnos cuál es nuestro punto de vista”.

“Tenemos mucho que decir porque a la gente le interesa saber qué piensan los jóvenes, porque somos nosotros los que estamos pagando las consecuencias de vuestra acción o de vuestra falta de acción”

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17 Responses to Beatriz Talegón, em Cascais, há poucos dias

  1. Sérgio Custódio says:

    Y entonces, ¿qué estás haciendo ahí, Beatriz?

  2. rms says:

    Que tareia. Mas a jovem está, decididamente, no partido errado.

  3. Rocha says:

    Na mouche Sérgio. Ora aí está uma pergunta que eu também já fiz muitas vezes. Mas que nunca obtém resposta dos Pedro Nuno Santos da vida.

    É que sabe bem estar sob a protecção da multinacional de jobs for the boys e girls que é a internacional “Xuxialista”. E o resto é conversinha de renhonhó, patati patata.

    De resto como ela nunca vai abandonar o tacho a que está agarrada que nem uma lapa.(de funcionária xuxialista) também nunca vai saber o que é o desemprego juvenil de que fala para ganhar protagonismo (artimanha já utilizada no passado por todos os Sócrates, Felipe González e Zapateros).

  4. Bento says:

    Beatriz , fala com o camarada Seguro que ele tem um plano para a juventude.

  5. JgMenos says:

    O que a jovem diz, e bem, é que brincar ao socialismo já é o bastante para provocar a ruína da economia.
    Mas vêm os insatisfeitos dizer que socialismo a sério é que seria a ruína radiosa, em que todos seríam funcionários, e mesmo estando na miséria teriam emprego!

    • De says:

      Falso Menos.
      Para vossemecê é preciso fazer sempre a tradução.
      A jovem não diz que ” brincar ao socialismo já é o bastante para provocar a ruína da economia”
      Diga-me: será por menoridade intelectual ou apenas por pulhice pura e dura?

      • JgMenos says:

        DE, continuamos com esse problemazinho da língua portuguesa – esse ensino básico não correu muito bem.
        É claro que os socialistas não fazem políticas socialistas – brincam ao socialismo – e ainda assim arruinaram a economia.
        E eu que tinha a esperança de a ver aplaudir este parágrafo…
        Quanto ao segundo parágrafo…já desespero.

      • De says:

        Não continuamos não.
        O seu problema é o entorse do que é dito.
        Se não tem conhecimentos da língua mãe,pergunte aí ao colega do lado a diferença-subtil?-entre o escrito há pouco e o agora escrito.
        “Já é o bastante” pois então.
        Até mesmo vossemecê já percebeu
        Certo?
        🙂

    • De says:

      Falso Menos.
      Ninguém disse que “todos seriam funcionários e mesmo estando na miséria teriam emprego”
      Porque motivo é preciso sempre rectificar-lhe os ditos?
      Será por v ter menoridade intelectual ou apenas por pulhice pura e dura?

      • JgMenos says:

        Mauuuuu!
        Então no verdadeiro socialismo não haveria emprego para todos?
        E o Estado não teria a propriedade dos meios de produção?
        Que seria uma miséria já é da minha lavra, e é uma certeza.

      • De says:

        Mesmo muito mau.
        Veja lá o que escreveu em nome de uns”insatisfeitos”.
        A sua certeza é a certeza de alguém já aqui qualificado (vide acima), que aparece como opinião dos tais”insatisfeitos”.
        Volta a mudar o bico ao prego numa manobra clara de manipulação
        Sabe?Nem coragem tem para assumir o que disse.
        É triste

      • JgMenos says:

        Duas perguntas sem resposta …um julgamento sumário, e uma sentença confusa!

        Tudo normal.

      • De says:

        Perguntas sem resposta?
        Oh menos estamos em processo de corrigir as suas “interpretações distorcidas da realidade.Estamos numa de mostrar o seu modus faciendi.O seu peculiar (ou talvez não) modus faciendi.
        Não de responder a perguntas babosas surgidas precisamente para ocultar o que anda a fazer.Será por v ter menoridade intelectual ou apenas por pulhice pura e dura?

        O julgamento sumário profere-o vossemecê, por exemplo, contra os “funcionários públicos”.É evidente que corre presto, (vestido de sotaina e de farda da mocidade?) em defesa de um ex-administrador do BPN
        Percebe-se porquê

      • Carlos Carapeto says:

        Não havia só emprego para todos, havia também ensino gratuito, habitação proteção na infância e na velhice, assistência médica garantida para todos os cidadãos, acesso à cultura igual para todos, as mulheres eram reformadas aos 55 anos, os homens aos 60, um trabalhador podia deslocar-se livremente para qualquer lugar do país, porque sabia que os Estado lhe assegurava todas as condições quando chegasse ao destino.

        Consegue dizer o que resta disso hoje?

        Não vou exigir que me diga o que melhorou nesses países.
        Agradeço que seja capaz de dizer o que foi que não piorou na vida da maioria dessas populações?

        Qual foi o grau de desenvolvimento nestes ultimos vinte anos?

        Para lhe poupar o esforço de inventar uma das suas habituais aldrabices, dou-lhe a resposta antecipada.

        Nenhum (sem excepção) dos antigos países socialistas conseguiu atingir o PIB de 1991.

        Foi esse o pragresso que o capitalismo lá foi levar.

    • Rocha says:

      Valente resposta de Julián Jiménez ao discurso de Beatriz. Surpreendente para mim que já não acreditava existirem socialistas autênticos.

      Julián Jiménez é um verdadeiro socialista. Até ontem julgava que essa categoria estava extinta.

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